quarta-feira, 15 de junho de 2011

CAIXA JÁ FINANCIOU R$ 7 BILHÕES PARA EMPRESAS DE PETRÓLEO E GÁS

A Superintendência de Petróleo e Gás da Caixa Econômica Federal já fechou R$ 7 bilhões em negócios nos seus 15 meses de existência, com empresas de todos os tamanhos do setor, principalmente fornecedores da Petrobras, disse nesta segunda-feira o superintendente regional da Caixa, Edalmo Porto Rangel.

Segundo ele, a estimativa é que a nova superintendência supere este ano R$ 20 bilhões em crédito devido ao dinamismo do setor. "O ânimo dos empresários é muito grande, não só aqueles que já são provedores, como empresas que fornecem para outros setores e estão querendo entrar no rol de fornecedores da Petrobras", afirmou.

Além das operações tradicionais de crédito, a Caixa, segundo Rangel, provê soluções sociais para as empresas do segmento de petróleo e gás, como financiamento de moradias para os trabalhadores e crédito para projetos de saneamento.

Para o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado no Complexo Portuário de Suape (PE), por exemplo, a instituição está financiando um condomínio residencial com 1.328 moradias para os funcionários da empresa, com recursos no valor de R$ 75 milhões, do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Segundo o superintendente da instituição, a ideia é fazer com que as atividades de exploração de petróleo e gás deixem um legado sustentável nas regiões, ao contrário do que ocorria no passado. "Hoje, não se aceita mais você chegar a um ambiente e fazer um processo predatório que gere desigualdades", disse.

A Caixa Econômica Federal será a única instituição financeira a participar, a partir de terça-feira, da Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás Brasil Offshore, em Macaé (RJ). Edalmo Rangel disse que a expectativa é iniciar contatos no evento para a realização de negócios entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões e consolidar sua marca com o setor. Participam do evento 636 empresas.





segunda-feira, 13 de junho de 2011

STJ empossa três ministros nomeados por Dilma

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) empossa hoje os ministros Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva e Sebastião Alves Júnior.

Os três, que tiveram seus nomes aprovados pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado no mês passado, foram nomeados pela presidente Dilma Rousseff.

A cerimônia ocorre na sede da entidade, em Brasília. Amanhã, os novos ministros já poderão participar das sessões de julgamento do STJ.

Antônio Carlos Ferreira e Villas Bôas Cueva vão integrar, respectivamente, a quarta e terceira turmas, responsáveis por julgar questões de direito privado. O ministro Sebastião Alves Júnior vai compor a sexta turma, competente para julgar questões de Direito Penal e Previdenciário.

Fonte: Valor Economico

sábado, 11 de junho de 2011

Brasil Offshore II

O inglês será a língua que predominará na 6ª Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás, que será realizada entre os dias 14 e 17 de julho, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho em Macaé.

Veja então alguns termos usados no mundo dos negócios:

Account – Conta.

Advertising – Propaganda.

Agreement – Acordo.

Assignments – Tarefas a serem cumpridas, compromissos.

Balance sheet – Balanço.

Bargain – Negociação.

Benchmarking – Processo contínuo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais de uma organização com as das líderes do mercado.

Bid – Oferta.

Board of directors – Diretoria.

Budget – Orçamento.

Business – Negócio.

Buying-in – Compra.

Brainstorm – Fluxo de idéias, reunião.

Best practices – Métodos ou processos que provaram ser, ao longo do tempo, os mais eficientes para se realizar determinadas tarefas.

Boil the ocean – Assumir uma tarefa com um grande alcance, que não pode ser mensurado.

Brick-and-mortar company – Uma empresa que possui um edifício ou loja para operações.

Burnout – Estresse profissional

Cash-flow – fluxo de caixa.

Chairman – presidente.

Collateral – garantia.

Commodity – mercadoria.

Company – empresa.

Consumer – consumidor.

Cloud computing – A chamada computação em nuvem. O sistema, visto como uma nova fronteira digital, utiliza a internet para armazenar e processar dados de computadores e servidores compartilhados e interligados.

Contingency planning – Um plano elaborado para uma situação específica, quando as coisas podem dar errado.

Crowdfunding – Modelo de financiamento colaborativo de um projeto via internet.

Deal – Negócio.

Development – Desenvolvimento.

Downsizing – Redução de níveis hierárquicos de uma empresa.

Endomarketing – Conjunto das atividades de marketing institucional, dirigidas para o público interno da empresa (funcionários, fornecedores, acionistas, revendedores).

Employee – Empregado.

Empowerment – Dar poder aos funcionários para que tomem decisões.

Equity – Participação acionária.

Face time – A prática de ficar mais tarde no seu local de trabalho, além do tempo que é exigido. Também pode ser traduzido como interação pessoal e direta ou contato entre duas ou mais pessoas ao mesmo tempo.

Factoring – Desconto de títulos.

Feedback – Retorno.

Freight – Frete.

Income – Renda.

Interest (money) – Juros (dinheiro).

Know-how – Conhecimento.

Job rotation – Rodízio de funções dentro de uma empresa para que profissionais compreendam todas as facetas do negócio.

Leader – Líder.

Organic growth – O processo de expansão dos negócios, devido à crescente base de clientes globais; o aumento da produção por cliente ou representante.

Receipt – Recibo.

Resources – Recursos.

Salary – Salário.

Sale – Venda.

Saving – Poupança.

Share – Ação.

Stock exchange – Bolsa de valores.

Stockholder – Acionista.

Supplier – Fornecedor.

Supply and demand – Oferta e procura.

Working capital – Capital de giro.

BRASIL OFFSHORE I

Será realizada entre os dias 14 e 17 de julho a Feira Brasil Offshore 2011 em Macaé. A cidade está pronta para receber o principal evento do setor de petróleo e gás offshore do país, a 6ª Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás.



Sobre a Feira

A BRASIL OFFSHORE, o evento líder de mercado, 3º maior do mundo reúne:
  • As maiores oportunidades de negócios do setor,
  • Mais de 9000 funcionários e contratados da Petrobras 
  • Os principais gestores discutirão as tendências do mercado, 
  • Os principais players do segmento, 
  • Oportunidade de interagir com os mais renomados especialistas, 
  • Compartilhamento de experiências e novidades de gestão para o seu negócio, 
  • Empresas do mundo todo estarão expondo para melhorar a sua competitividade e troca de experiências, 
  • Lançamento de produtos e serviços com alto valor agregado, 
  • Projetos exclusivos e cases de sucesso, 
  • Conferência com os mais renomados especialistas do mundo, 
  • Evento com a marca do IBP e SPE , entidades mundialmente reconhecidas e a Reed Exhibitions Alcantara Machado, a maior organizadora de feiras do mundo.

Brasil Offshore Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás, é realizada a cada dois anos em Macaé, base das operações e responsável por mais de 80% da exploração Offshore do Brasil. O evento atraiu em 2009, uma visitação superior de 49.000 profissionais e 636 expositores.
Consolidado no mercado com mais de 10 anos de existência, o evento é organizado e promovido em conjunto pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, IBP- Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis e SPE - Sociedade de Engenheiros de Petróleo.
O evento permite que profissionais de E&P busquem e discutam novas tecnologias de exploração e produção, debatam novas ideias e descubram as soluções que os permitam observar o potencial do mercado Offshore brasileiro.

A diversidade de expositores combinada à visitação especializada e ao alto poder de decisão resume a receita do sucesso da terceira maior feira da indústria offshore do mundo. Quem faz a afirmação são os 636 expositores nacionais e estrangeiros e os 49.224 visitan­tes que participaram do evento em 2009.



Acompanhando o ritmo do crescimento do setor offshore no País, a quinta edição da Brasil Offshore consolida ainda mais a sua presen­ça no calendário internacional de eventos, registrando expansão sem precedentes desde a sua primeira edição.

  
Fonte: http://www.brasiloffshore.com/

quinta-feira, 9 de junho de 2011

STF mantém decisão de Lula e solta Cesare Battisti

Por André Barrocal da Carta Maior

Supremo Tribunal Federal reconhece direito político de o ex-presidente Lula conceder refúgio ao ativista Cesare Battisti e manda soltar o italiano. Relator do caso, Gilmar Mendes votou contra Battisti e Lula e apoiou reclamação do governo Silvio Berlusconi, que insistia na extradição. Mas, junto com o presidente do STF, Cezar Peluso, foi derrotado pela maioria da Corte. Advogados vão pedir visto permanente para Battisti, que deve voltar a ser escritor.

BRASÍLIA – Preso há quatro anos num presídio do Distrito Federal, o ativista político italiano Cesare Battisti deve ser solto nesta quinta-feira (09/06) e, logo em seguida, pedir ao Conselho Nacional de Imigração um visto para permanecer de forma definitiva no Brasil. Depois, decidirá se fica em Brasília, muda-se para o Rio de Janeiro, onde tem amigos, ou para São Paulo, onde está a editora de livros com a qual trabalhava antes da detenção e pela qual quer retomar a atividade de escritor.

O alvará de soltura de Battisti foi assinado na noite desta quarta-feira (08/06) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, depois de um julgamento de mais de seis horas em que o STF apoiou o direito do ex-presidente Lula de conceder refúgio ao ativista e rejeitou a tentativa do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, de obter a extradição do compatriota.

O Supremo libertou Battisti por 6 votos a 3, numa decisão em que os ministros se dividiram entre duas posições. A vitoriosa defendeu encarar o caso como uma questão política. Como presidente da República, Lula tinha soberania para decidir dar ou não abrigo ao italiano, e depois que arcasse com as consequências políticas – reação internacional negativa, processo no Tribunal Internacional de Haia ou por crime de responsabilidade no Congresso Nacional, por exemplo.

Essa tese prevaleceu mesmo diante do fato de que a própria Corte opinara, no ano passado, e também por maioria, que Battisti, acusado de quatro assassinatos, não merecia refúgio. “O ato do presidente da República é um ato de soberania, e é ele quem conduz a política internacional [do Brasil]”, disse o ministro Marco Aurélio Mello, que votou pela libertação de Battisti.

A Corte havia se reunido para discutir a situação do italiano por causa de uma reclamação do governo Berlusconi contra o asilo concedido por Lula em 31 de dezembro de 2010, último dia do mandato do ex-presidente. Mesmo depois do refúgio, há mais de cinco meses, Battisti continuava preso, devido a esta reclamação.

Favorável à contestação de Berlusconi, o relator do caso, ministro Gilmar Mendes, liderou a corrente derrotada, que preferiu encarar o assunto como algo “jurídico”. Nesta interpretação, Lula tinha obrigação de cumprir a postura pró-extradição manifestada pelo Supremo em 2010, e não de considerá-la apenas como uma opinião na sua (dele, Lula) tomada de decisão.

Mendes amparou o voto no fato de existir um tratado entre Brasil e Itália que aborda o tema "refúgio". Para ele, o tratado tem valor legal dentro no Brasil e devia ser seguido como uma lei qualquer. “Para inventar um espaço livre para o presidente da República, tem de reescrever a Constituição”, afirmou Mendes.

“O que está em jogo aqui não é o presente ou o futuro de um homem, é a soberania do país”, disse o ministro Luiz Fux, que votou contra o relator. Para o ministro Carlos Ayres Brito, outro voto oposto a Gilmar Mendes, Lula decidiu, sim, com base no tratado, cuja observância é voluntária. Ou seja, o país que o assina segue enquanto achar conveniente, e o outro lado pode ficar insatisfeito e desistir do tratado também.

Até quem tinha opinado pela extradição de Battisti no julgamento do ano passado, como o ministro Ricardo Lewandowski, que entendia haver o italiano praticado crimes comuns, e não políticos, defendeu que Lula tinha "soberania" para decidir como achasse melhor.

Gilmar Mendes foi derrotado junto com a ministra Ellen Gracie e o próprio do presidente do STF, Cezar Peluso. Os três rejeitaram a idéia de que a Corte estava diante de uma questão política e defenderam que seria preciso “limitar” o poder do presidente da República.

Após o julgamento, acompanhado do lado de fora do STF por simpatizantes de Battisti que gritavam contra Gilmar Mendes, o advogado do militante, Luis Roberto Barroso, comemorou a decisão do Supremo de reconhecer o direito do ex-presidente de decidir de forma “soberana” pelo refúgio.

Barroso lamentou a perseguição política de que seu cliente foi vítima durante anos. "Ele é uma figura menor de uma organização de esquerda menor, é quase inacreditável que a Itália tenha tornado ele um símbolo de terrorista”, afirmou. “O uso da expressão terrorista é uma ofensa parta um velho militante comunista", completou.

O advogado disse estar otimista quanto à obtenção de visto permanente por Battisti já que, se o Brasil concedeu refúgio, é porque o aceitaria tê-lo vivendo aqui. Já o primeiro advogado do italiano, Luiz Eduardo Greenhalgh, que estava presente ao STF, informou que Battisti vai decidir com calma qual será seu destino – Brasília, Rio ou São Paulo – e que o ativista tem a intenção de escrever um livro sobre seu caso.



Aumenta interesse de brasileiros na certificação do mercado financeiro pelo CFA

De acordo com instituto, para as provas de junho de 2011, foram inscritos 144.900 candidatos em todo o mundo

O Brasil é o país da América Latina com o maior número de candidatos ao exame de certificação do CFA Institute. O teste, conhecido como CFA (Chartered Financial Analyst) é uma das principais ferramentas utilizadas para avaliar o grau de conhecimento dos profissionais no mercado financeiro.

Segundo os dados do instituto, na comparação com o ano passado, o número de interessados aumentou 8% no País, ao mesmo tempo em que a variação global foi de 4%.

Para as provas de junho de 2011 se increveram 144.900 candidatos em todo o mundo. Só na América Latina e Caribe, o número ficou em 2.493, sendo 886 apenas no Brasil. Para se ter uma ideia do peso do Brasil, vale destacar os números apresentados na Argentina e México, locais onde 208 e 242 profissionais se inscrevem para o exame, respectivamente.

Evolução

Comparando com os dados de 2006, o número de inscritos neste ano representa um avanço de 75% na América Latina e Caribe. A expansão no Brasil ficou em 117%, na mesma base de comparação.

No entanto, o principal avanço na demanda entre 2006 e 2011 ficou com o Peru, que registrou alta de 188%. A Argentina, por sua vez, registrou um avanço menos intenso, de 75% no período.

Já na passagem de 2010 para 2011, enquanto o avanço mundial ficou em 4%, a região da Ásia-Pacífico apresentou aumento de 7%, seguida da região formada por Europa, Oriente Médio e África, com 3%.

“É alentador ver profissionais de finanças do mundo todo continuarem se dedicando à ética, ao rigor, à tenacidade e às análises – elementos que constituem a base do Programa CFA - e, que com isso melhoram nossa profissão”, afirmou o presidente e CEO do CFA Institute, John Rogers.

O exame

O CFA é uma prova de três níveis, que compreende assuntos como Ética e Padrões Profissionais, Métodos Quantitativos, Análise e Relatórios Financeiros, Finanças Corporativas, Ferramentas de Investimento, Classes de Ativos e Gerenciamento de Portfólio e Planejamento de Fortuna.

Em termos de preparação, pesquisas apontam que os candidatos passam em média cerca de 300 horas estudando para cada exame. Além de aprovado no exame, o profissional deve ter pelo menos quatro anos de experiência na área de investimentos.

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10 benefícios da Gestão por Competências

Por Patrícia Bispo
Publicado originalmente em: www.rh.com.br

Quando uma empresa assegura seu espaço no mercado de extrema competitividade, faz-se logo uma referência à forma de como essa companhia conduz seus talentos. E, diga-se de passagem, que essa gestão, certamente, valoriza tanto competências técnicas quanto comportamentais diante das tomadas de decisões que ocorrem em todas as esferas e hierarquias funcionais. Hoje, não é mais surpresa que parte significativa das organizações de destaque adotara a Gestão por Competências - um recurso que se adapta à realidade de cada companhia e que hoje pode ser aplicado, por exemplo, através de consultorias especializadas ou, então, pela aquisição de recursos tecnológicos. Confira abaixo alguns dos benefícios que a Gestão por Competências oferece!

1 - É uma ferramenta que auxilia a organização a enxergar o que realmente precisa para treinar os colaboradores, evitando-se com isso perda de tempo e de investimentos.

2 - Permite que seja realizada uma padronização tanto das competências técnicas quanto comportamentais, para que um profissional assumirá um determinado cargo. Possibilitando, ainda, a obtenção clara de dados para realizar o LNT (Levantamento das Necessidades de Treinamentos), utilizando-se os gap's das competências exigidas e existentes.

3 - Padronização do processo de recrutamento de avaliação por competências.

4 - Clareza nos requisitos de contratação que agreguem valor ao negócio, ao mesmo tempo em que torna a organização um local atrativo para captação e retenção de talentos.

5 - Estímulo ao aumento da produtividade individual e das equipes.

6 - O ambiente torna-se participativo, uma vez que as pessoas têm ciência da importância do papel que exercem na empresa.

7 - Comprometimento dos colaboradores torna-se evidente, pois passam a ver sentido e valor nas suas atividades, melhorando, consequentemente, a autoestima e a motivação dos profissionais.

8 - Os líderes e as equipes tornam-se mais fortalecidas e com maior capacidade de superar desafios, inclusive, aqueles que se não bem conduzidos podem levar a conflitos e um índice preocupante de estresse.

9 - Os profissionais atuam com foco em resultados, com maior chance de acertos e de identificação de pontos falhos que precisam ser trabalhados.

10 - Consciência de que a competitividade faz parte do dia a dia e deve ser a considerada como oportunidade, para que a organização apresente diferencial significativo no mercado.