sábado, 27 de agosto de 2011

Pesquisa revela o que não pode faltar nas bagagens dos executivos, mesmo nas viagens de negócios

Além de planilhas, relatórios e todo e qualquer aparelho que possa mantê-lo conectado com o escritório 24 horas por dia, como iPad, laptop e smartphone, que outros itens o executivo moderno leva na mala quando precisa viajar a negócios? Cada vez mais decididos a investir em qualidade de vida, esses profissionais carregam roupas apropriadas para um treino de corrida, uma esticada na academia ou - por que não? - um mergulho na piscina do hotel durante essas viagens. É o que revela pesquisa do Grupo Regus, especializado em soluções para ambiente corporativo, sobre os itens que não podem faltar na bagagem dos homens de negócios. Um bom livro, claro, também é fundamental, completa o estudo, para o qual foram entrevistados 17 mil profissionais em mais de 80 países, incluindo o Brasil.

Do total de profissionais de empresas instaladas no Brasil que participaram da enquete, 45% deles declararam que são inseparáveis do vestuário apropriado à prática de exercícios físicos. A maioria (65%), no entanto, elegeu um bom livro como companheiro de viagem. Outros itens que podem ser facilmente encontrados na bagagem dos executivos brasileiros são jogos de computador para entretenimento (uma opção de 20% dos entrevistados) ou um guia de viagem para um passeio na cidade nas horas de folga, preferência de 17% desses profissionais.

Em todo o mundo, cerca de 27% ( mais de um quarto dos entrevistados pela Regus) confessaram que carregam roupa de academia, sunga ou maiô na bagagem. Entre os itens mencionados, 16% afirmam que também não pode faltar uma foto da família. E para 15% dos executivos que participaram da enquete é importante levar na bagagem um presente para os anfitriões, como uma maneira de reforçar o relacionamento profissional.

Também não faltaram itens inusitados. Como mostra a pesquisa, uma parte dos executivos carrega na mala tapete para a prática de ioga e até fotos dos gatos de estimação.

De acordo com Guilherme Ribeiro, diretor da Regus no Brasil, esses objetos, que incluem desde equipamento de ginástica a alimentos de preferência do executivo, geralmente revelam como a vida profissional e pessoal tentam coexistir:

- A linha entre os negócios e o prazer pessoal está ficando cada vez menos clara. Por isso, mais pessoas optam por levar um pedacinho de suas vidas particulares nas viagens, quando estão longe de casa. Isso também pode acontecer já que um número maior de pessoas trabalham em ambientes flexíveis. E gostam de levar algo consigo que acrescente um toque pessoal ao lugar em que estão trabalhando no momento, seja onde for.

Compare os itens pessoais levados em viagens de negócios pelos empresários brasileiros e de outros países:

Brasil:

- Um bom livro -65%
- Roupa de banho / Roupa esportiva - 45%
- Jogos eletrônicos para entretenimento no tempo vago -20%
- Guia de viagem para eventuais passeios -17%

Outros países:

- Um bom livro - 49%
- Roupa de banho / Roupa esportiva - 27%
- Fotografia da família -16%
- Presente para os anfitriões -15%

Fonte: Regus




sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Roberto Gurgel dá parecer favorável à constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, considerou procedente a ação declaratória de constitucionalidade, ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), defendendo a proclamação da validade da íntegra da Lei da Ficha Limpa. Em parecer divulgado nesta sexta-feira, Gurgel ressalta que "o intento do legislador, ao impedir a candidatura a cargo eletivo de profissionais que tenham sido sancionados por infrações ético-profissionais, é evitar a projeção desse tipo de comportamento no espaço político-institucional".

O parecer do Ministério Público é fundamental para que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) comecem a analisar a constitucionalidade da nova lei. As regras que definirão as eleições de 2012 passam pela apreciação final da Lei Ficha Limpa. O parecer do MP e o julgamento no Supremo foi um dos pedidos do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) na audiência pública no Senado que debateu medidas para o combate à corrupção, realizada na terça-feira.

Em março, o STF decidiu por 6 votos a 5 que a Lei da Ficha Limpa não vale para as eleições de 2010. Deste modo, todos os políticos que tiveram a candidatura barrada pela Ficha Limpa e que se elegeram em 2010 poderão tomar posse, alterando assim a composição do Congresso e de assembleias. Falta ainda o Supremo se pronunciar sobre outros pontos da lei, como a constitucionalidade, que também foram questionados na Justiça.

Para Gurgel, é "inequívoca a relevância da controvérsia judicial sobre a aplicação da LC nº 135/10". "Primeiro, por conta da demonstrada discrepância de entendimentos entre alguns TREs e o TSE acerca da incidência temporal da Lei da Ficha Limpa sobre atos e fatos jurídicos pretéritos. De mais a mais, é fundamental que seja proferido julgamento pelo STF, com efeitos erga omnes e vinculantes, de modo a se conferir segurança jurídica ao processo eleitoral de 2012".

Um dos argumentos lançados contra a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa é uma a suposta afronta ao princípio da presunção de inocência. Segundo a nova lei, fica impedido de se eleger políticos condenados por órgão colegiado (com mais de um magistrado), mesmo com o processo sem trânsito em julgado.

No parecer, Gurgel contra-argumenta: " O princípio da presunção de inocência, a exemplo do que ocorre com os demais princípios constitucionais, não tem natureza absoluta. Sua incidência, eventualmente, pode ceder lugar a outro valor constitucionalmente relevante.

VEJA COMO OS PROBLEMAS AMBIENTAIS PREJUDICAM A ALIMENTAÇÃO


Congresso discute em São Paulo o papel da sustentabilidade na nutrição

A degradação ambiental, o aquecimento global e outros problemas ambientais prejudicam a qualidade da alimentação das pessoas de todo o planeta. Por isso, o tema do VII Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional será o compromisso da nutrição com a sustentabilidade e o meio ambiente.

“O nutricionista, por ser um profissional que tem por responsabilidade orientar uma alimentação saudável e individualizada aos seus pacientes, deve vincular à sua prática clínica a aplicação de medidas sustentáveis como o incentivo ao consumo de alimentos provenientes de cultivos mais próximos aos centros de distribuição, já que a queima de combustíveis fósseis que ocorre devido ao transporte dos alimentos traz sérios danos a saúde, a preferência por alimentos orgânicos, pois a utilização de agrotóxicos contamina os solos e lençóis freáticos, além de desequilibrar a fauna e flora da região em questão”, explica a Dra. Valéria Paschoal, diretora da VP e Presidente do Congresso de Nutrição Clínica Funcional.

O aumento de usos de agrotóxicos e outras substâncias nos alimentos pode levar ao desiquilíbrio do funcionamento celular do corpo humano, aumentando os índices de pessoas com problemas como infertilidade, endometriose, câncer, asma, doenças respiratórias, alergias, doenças neurológicas, obesidade e diabetes, entre outros. Assim, ao melhorar o meio ambiente, melhora-se também a saúde das pessoas.

Para uma mudança, seriam necessárias mudanças no processo desde o plantio. Segundo Valéria, “um cultivo sustentável é aquele que visa produção sem prejudicar o ecossistema à sua volta. Com relação à utilização de agrotóxicos, existe um conjunto de práticas que permitem reduzir ou eliminar o uso dessas substâncias no combate às pragas e doenças, como o controle biológico e o manejo integrado de pragas, ou ainda algumas alternativas menos disseminadas, como a utilização de produtos ‘caseiros’ de baixa toxidade, o emprego de armadilhas para insetos e, na horticultura, a utilização de plantas alelopáticas”.

A intenção do Congresso é então mostrar para os profissionais que esperar apenas por medidas governamentais não é o suficiente – mas é preciso começar a fazer essa mudança.

Assim como os profissionais, os indivíduos também têm um papel nessa mudança: “As pessoas devem sempre buscar informações sobre as fontes e o modo de cultivo dos alimentos, dando sempre preferência a alimentos orgânicos e de cultivo próximo aos centros de distribuição”, indica Valéria.

Informações sobre o Congresso

VII Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional e VI Congresso Brasileiro de Nutrição Esportiva Funcional

Data: 15, 16 e 17 de setembro de 2011

Local: Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo

Inscrições e Informações – www.vponline.com.br/congresso
Telefone: (11) 3582-5600 / 3582-5601 / 3582-5602



DICAS DE COMO FAZER COMPRAS MAIS SUSTENTÁVEIS


Por Gisele Eberspacher

Com pequenos cuidados é possível evitar o desperdício de alimentos já na etapa de compras.

60% do lixo brasileiro é composto de materiais orgânicos. Parte dessa quantidade é de fato lixo, que pode passar por processos de compostagem, voltando a fazer parte do ciclo. Porém, parte dessa quantidade são alimentos que poderiam ter sido aproveitados antes de estragarem.

A situação é ainda mais grave quando se pensa que 65,8 milhões de brasileiros vivem em insegurança alimentar, que é a falta de acesso a alimentos. Além disso, 16% das crianças abaixo dos seus anos de idade são desnutridas.

Por isso, evitar o desperdício de alimentos é necessário não só para o meio ambiente, mas também para uma melhor qualidade de vida para a população.

Confira 10 dicas de como tornar o consumo de alimentos mais sustentável:

1. Só compre aquilo que realmente necessita. Fazer uma lista antes de ir ao mercado e comprar os itens anotados é uma maneira de não desperdiçar. Cuide também com as quantidades, para que os alimentos não estraguem antes de serem consumidos. O mesmo vale para itens não alimentícios, como roupas e eletrônicos – pense bem antes de escolher. Itens parados são caros para o meio ambiente.

2. Tente se informar sobre as marcas que consume, para verificar se os processos de produção são éticos e justos, assim como o preço praticado.

3. Quando comprar carnes, opte por comprar em açougues ou balcões de supermercado. As bandejas usam isopor, material prejudicial ao meio ambiente. Além disso, as embalagens prontas escondem uma parte da carne, que pode não ser de boa qualidade. Por fim, as bandejas não permitem a escolha exata da quantidade de carne adquirida, o que pode gerar desperdícios de alimento.

4. Pães frescos, de padaria, são menos prejudiciais ao meio ambiente que pães industrializados, que são embalados em plásticos e necessitam de mais transporte.

5. Quando um item é consumido em maior quantidade, opte por comprar embalagens maiores do que várias menores. Além de possivelmente economizar dinheiro, as embalagens maiores são mais econômicas para o transporte e produzem menos lixo.

6. Tente usar uma garrafa de água reutilizável, ao em vez de comprar várias embalagens. Além de evitar o uso e descarte das embalagens, a troca evita os os danos que a produção e transporte das embalagens causam no meio ambiente.

7. Opte por produtos com poucas embalagens, ou com embalagens de papel ao invés das de plástico, que são mais difíceis de serem recicladas.

8. Opte sempre que possível por alimentos frescos, ao invés daqueles que passaram por processos indústrias, evitando todo o tipo de gasto envolvido no processo, como energia, recursos naturais, transporte e embalagens.

9. Evite deixar alimentos se estragarem. Frutas podem ser usadas em bolos e geleias, enquanto verduras podem ser usadas em conservas, mantendo os alimentos por mais tempo.

10. Tente fazer somente a quantidade de comida necessária para aquela refeição, e reutilize as sobras. O site Love Food, Hate Waste (em inglês), indica as quantidades necessárias de alimentos por pessoa e dá dicas de como reutilizar determinados alimentos.



quarta-feira, 27 de julho de 2011

Prazo para envio do censo escolar 2011

Os gestores escolares de instituições públicas e privadas têm prazo até 14 de agosto para enviar as informações do censo escolar 2011. Este ano não haverá prorrogação do prazo de envio dos formulários. As escolas que não fornecerem os dados ficarão impossibilitadas de participar de diversos programas do Ministério da Educação. O censo é uma pesquisa realizada junto aos estabelecimentos de ensino para levantamento de dados e informações relativas à educação básica, com o objetivo de subsidiar a elaboração de análises, diagnósticos e planejamento do sistema educacional do País. Políticas públicas que promovam um ensino de qualidade para todos os brasileiros serão definidas e monitoradas a partir desses dados. Outra função do censo é apresentar a situação educacional do País e acompanhar a efetividade das políticas públicas. Os dados são coletados por meio de um sistema de acesso via internet, o Educacenso: educacenso.inep.gov.br/Autenticacao/index , http://www.mec.gov.br/  ou pelo telefone 0800 616161.

Acordo com empresas privadas para custear bolsas

Centros de P&D podem absorver futuros pesquisadores.


Uma das metas do programa é firmar parceria com o setor privado, que ficaria responsável por arcar com o pagamento das bolsas no exterior, especialmente nas universidades mais disputadas no mundo, que cobram valores entre US$ 30 mil e US$ 50 mil, por ano, por estudante. A ideia é que um acordo firmado pelo CNPq ou pelo Capes com uma instituição privada qualquer, estabeleça uma cota fechada de estudantes para ingresso em uma universidade selecionada pelo Ciência Sem Fronteiras.

A abertura dos Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (P&D) de empresas multinacionais no Brasil para estágios dos estudantes e pesquisadores brasileiros é outro alvo a ser alcançado pelo programa, assim como a possibilidade de fixação dos estudantes na filial brasileira quando do retorno ao País. Além disso, outras empresas que criarem seus Centros de P&D no Brasil poderão contratar engenheiros e pesquisadores no País e enviá-los para treinamento no exterior, com apoio adicional das bolsas do programa.

Fonte: Secretaria de Comunicação da Presidência da República

Ciência Sem Fronteiras estabelece modalidades para diversos públicos

As bolsas serão reservadas aos que obtiverem mais de 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio / Foto: Portal Brasil
Com a intenção de formar a nova base de pensamento educacional o programa Ciências Sem Fronteiras oferecerá oportunidades a um público variado, ao estabelecer níveis de graduação na concessão de bolsas.


Bolsa Brasil Graduação - Destinado aos alunos com melhor aproveitamento nos canais de seleção estipulados, a Bolsa Brasil Graduação terá duração de um ano, sendo que entre seis e nove meses deverão ser cumpridos no meio acadêmico e o restante compensado em Empresas ou Centros de Pesquisa e Desenvolvimento. A bolsa inclui passagem aérea, bolsa mensal, seguro-saúde, auxílio instalação, taxas de uso de infra-estrutura e, em parcerias com empresas, excepcionalmente pode incluir taxas escolares. As universidades selecionadas deverão aproveitar também alunos premiados em olimpíadas científicas, além de recrutar os melhores estudantes de iniciação científica e tecnológica. Em todos os casos, cada instituição deve selecionar os bolsistas por chamadas públicas competitivas, abertas aos estudantes elegíveis. Além disso, universidades brasileiras devem reconhecer os créditos feitos no exterior.

Bolsa Brasil Jovem Cientistas de grande talento no Brasil - Com duração de até três anos, a Bolsa Brasil Jovem cientistas de grande talento no Brasil é destinada a jovens pesquisadores com produção científica ou tecnológica diferenciada para desenvolver atividades com um grupo de pesquisas no Brasil ou em empresas. Serão elegíveis jovens cientistas talentosos em início de carreira, prioritariamente brasileiros que tenham se destacado qualitativamente e quantitativamente pela produção científica ou tecnológica. Será estimulada a alocação destes bolsistas em todas as regiões do País, especialmente através de convênios com as fundações estaduais de apoio a pesquisa. A instituição de destino no Brasil deve oferecer a infraestrutura necessária ao desenvolvimento do projeto.

Pesquisador Visitante Especial no Brasil - Serão elegíveis grandes lideranças científicas internacionais, prioritariamente brasileiros radicados no exterior para atuarem como Pesquisador Visitante Especial no Brasil durante três anos. O pesquisador assume o compromisso de vir ao País com regularidade previamente definida (dois meses a cada ano) e a receber estudantes e pesquisadores brasileiros no seu laboratório no exterior. Também será preciso manter uma associação com grupo no Brasil que ficará responsável pelo gerenciamento do projeto. Entre os benefícios estão a Bolsa de Visitante Especial quando está no Brasil, o custo de uma viagem anual para o pesquisador e recursos de custeio para a pesquisa.

Treinamento de Especialistas e Engenheiros de Empresas no Exterior - Serão escolhidos especialistas e engenheiros de empresas ou Instituições de Ciência e Tecnologia que necessitam absorver ou aperfeiçoar técnicas específicas. Devem necessariamente ter sido aceito para as melhores universidades do mundo, ou principais institutos de pesquisa básica ou tecnológica reconhecidos internacionalmente. O período de treinamento será de até 12 meses.

Fonte: Secretaria de Comunicação da Presidência da República