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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Blogues Dilmistas | Participabr - uma nova forma de se fazer política

Blogues Dilmistas Participabr - uma nova forma de se fazer política

Eike Batista: "Dilma tem vontade cívica admirável"

Claudio Leal - direto de São Paulo


Depois do discurso no fórum "A construção da 5ª maior economia do mundo", da revista Exame, a pré-candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, almoçou com a elite financeira do encontro. A mesa incluía o economista e presidente da RGE Monitor, Nouriel Roubini, o empresário Eike Batista (da holding EBX), o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, o presidente executivo do Grupo Abril, Giancarlo Civita, Maria Antonia Civita, o empreiteiro Marcelo Bahia Odebrecht e o presidente da Unilever Brasil, o holandês Kees Kruythoff.

Durante o almoço, Dilma permaneceu risonha e dirigiu-se, principalmente, à família Civita, proprietária da revista de maior circulação do País, a Veja. Risonha e com gesticulações, ela ouviu de Roubini que a situação do Brasil é privilegiada para dar um salto econômico. Palocci se manteve silencioso por boa parte da refeição.

O pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, e a pré-candidata ao Senado, Marta Suplicy, sentaram-se em mesas ao lado de Dilma.

Terminada a sobremesa, Giancarlo Civita leu o discurso do presidente do conselho da Abril, Roberto Civita, que não participou do fórum. As palavras foram indigestas para a ex-ministra da Casa Civil do governo Lula: críticas à "legislação trabalhista inacreditável", à "estrutura tributária barroca" e à "burocracia que sufoca o empreendedor". De bom, apenas o regime democrático brasileiro.

No final do almoço, o bilionário Eike Bastista afirmou ao Terra que Dilma tem "uma vontade cívica admirável de consertar o Brasil". "Ela tem um entendimento profundo de como inserir o País no mundo, até por ter estado no governo nesses últimos anos", destacou o empresário. Dilma guardou um abraço na despedida. "Tudo de bom pra ti, Eike" - e pediu para continuarem o diálogo.





Se dependesse do DEM (partido do vice de Serra), ProUni não existiria

Em benefício da qualidade do debate eleitoral, é necessário que seja esclarecida uma troca de farpas entre Dilma Rousseff e José Serra durante o debate do UOL/Folha. Dilma atacou dizendo o seguinte: “O partido de seu vice entrou na Justiça para acabar com o ProUni. Se a Justiça aceitasse o pedido, como você explicaria essa atitude para 704 mil alunos que dependem do programa?”

Serra respondeu: “O DEM não entrou com processo para acabar com o ProUni. Foi uma questão de inconstitucionalidade, um aspecto”.

Em seguida, o deputado Rodrigo Maia, presidente do DEM, foi na jugular: “Essa informação que ela deu é falsa, mentirosa”.

Mentirosa foi a contradita. O ProUni foi criado pela medida provisória 213 no dia 10 de setembro de 2004. Duas semanas depois o PFL, pai do DEM, entrou no Supremo Tribunal Federal com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a iniciativa, e ela tomou o nome de Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 3314.

O ProUni transferiu para o MEC a seleção dos estudantes que devem receber bolsas de estudo em universidades privadas. Antes dele, elas usufruíam benefícios tributários e concediam gratuidades de acordo com regras abstrusas e preferências de cada instituição ou de seus donos.

Com o ProUni, a seleção dos bolsistas (1 para cada outros 9 alunos) passou a ser impessoal, seguindo critérios sociais (1,5 salário mínimo per capita de renda familiar, para os benefícios integrais), de acordo com o desempenho dos estudantes nas provas do Enem. Ninguém foi obrigado a aderir ao programa, só quem quisesse continuar isento de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, PIS e Cofins.

O DEM sustenta que são inconstitucionais a transferência da atribuição, o teto de renda familiar dos beneficiados, a fixação de normas de desempenho durante o curso, bem como as penas a que estariam sujeitas as faculdades que não cumprissem essas exigências.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade do ex-PFL está no Supremo, na companhia de outras duas e todas já foram rebarbadas pelo relator do processo, o ministro Carlos Ayres Britto. Se ela vier a ser aceita pelo tribunal, bye bye ProUni.

Quando o PFL/DEM decidiu detonar a medida provisória 213, sabia o que estava fazendo. Sua petição, de 23 páginas, está até bem argumentada. O que não vale é tentar esconder o gesto às vésperas de eleição.

Em 1944, quando o presidente Franklin Roosevelt criou a GI Bill que, entre outras coisas, abria as universidades para os soldados que retornavam da guerra, houve políticos (poucos) e educadores (de peso) que combateram a iniciativa.

Todos tiveram a coragem de sustentar suas posições. Em dez anos, a GI Bill botou 2,2 milhões de jovens veteranos nas universidades, tornando-se uma das molas propulsoras de uma nova classe média americana.

O ProUni não criou as bolsas, ele apenas introduziu critérios de desempenho e de alcance social para a obtenção do incentivo. Desde 2004 o programa já formou 110 mil jovens, e há hoje outros 429 mil cursando universidades. Algum dia será possível comparar o efeito social e qualificador do ProUni na formação da nova classe média brasileira. Nessa ocasião, como hoje, o DEM ficará no lugar que escolheu.


domingo, 29 de agosto de 2010

Briga acirrada até a reta final

Disputa pelas duas vagas do Rio de Janeiro no Senado está indefinida: de cada quatro eleitores, três não sabem em quem votar.


A pouco mais de 30 dias para as eleições, a disputa pelas duas vagas no Senado continua aberta e pode só ser decidida na reta final da campanha, ou mesmo no dia da eleição, graças à boca de urna. Segundo pesquisa do Instituto Informa encomendada pela TV Record e divulgada quarta-feira, 74% do eleitorado do Rio ainda não sabem em quem votar. O resultado diz respeito à consulta espontânea, em que o entrevistado não tem acesso aos nomes dos candidatos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 71.437/2010.


Embora o senador Marcelo Crivella (PRB) e o ex-prefeito do Rio Cesar Maia (DEM) liderem a corrida desde o início da campanha, especialistas acreditam que o quadro ainda pode mudar radicalmente. Na pesquisa, Crivella aparece com 39,1% das intenções de voto, enquanto Cesar tem 35,5%. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, ambos estão em situação de empate técnico. O ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindberg Farias (PT) tem 19,8% e o deputado estadual Jorge Picciani (PMDB) soma 12,8% das intenções de voto.

"Tradicionalmente, as eleições para o Legislativo se definem nos últimos dias de campanha. O eleitor só dá alguma atenção aos candidatos do Executivo, pois está mais preocupado com o cotidiano, as contas a pagar, a escola do filho”, opina o cientista político Geraldo Tadeu Monteiro. Embora estejam bem atrás, Lindberg e Picciani não podem ser desprezados, por terem apoios políticos poderosos em suas candidaturas.

“Lindberg deixa subentendido que batalha pelo segundo voto e se vende como candidato da convergência, apoiado por Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes, mas pode enfrentar resistência por ser jovem. O eleitor associa o Senado a uma casa de gente experiente”, diz o sociólogo Fábio Gomes, diretor do Informa.

Cesar tem a maior rejeição e Picciani a menor

Ainda segundo Fábio Gomes, Picciani enfrenta a pesada concorrência de um senador e dois ex-prefeitos, sem nunca ter disputado eleição majoritária, o que dificulta sua ascensão. A seu favor, ele tem a baixa rejeição — de apenas 5%, contra 11,4% de Crivella, 13,5% de Lindberg e 20,1% de Cesar Maia, o mais rejeitado entre todos os candidatos — e o apoio do governador Sérgio Cabral. “O engajamento de Cabral, que está prestes a bater o recorde de votos numa eleição no estado, pode ajudar a virar o jogo. Historicamente, a máquina do governo do estado elege pelo menos um senador”, diz Gomes.

Outra peculiaridade da eleição para o Senado que prejudica os concorrentes é o desconhecimento das funções de um senador. Tanto Monteiro quanto Gomes sustentam que esse desinteresse atrapalha os candidatos. “Em geral, as pessoas não sabem para que serve o Senado, daí o desinteresse pela campanha”, explica Gomes.

“É difícil encontrar um eleitor que saiba explicar o que faz um senador”, reforça Monteiro, para quem a única coisa que os candidatos podem fazer para reverter esse quadro é dar mais visibilidade à campanha.


sábado, 28 de agosto de 2010

Os noves fora de José Serra

Nos tempos ministeriais de Serra, a saúde que interessava era a da indústria farmacêutica internacional. Não lhe peçam, portanto, para apresentar propostas programáticas para o setor. Além das platitudes, o vazio é total.



Por Gilson Caroni Filho (*)



O que estamos assistindo agora, com as tentativas tucanas de plantar escândalos e judicializar a campanha, é a uma gigantesca operação de engodo de candidatura sem perspectiva. Secundado pela mídia que sempre o apoiou, e hoje se declara "independente", Serra não tem escrúpulos em conspurcar a credibilidade do jogo político às vésperas de uma eleição presidencial. O que ele e seus sócios do PPS e do DEM estão querendo fazer é um autêntico golpe de mão, uma quartelada midiática para evitar que a sociedade possa comparar dois projetos de país.

Estado por estado as notícias são parecidas. Há um rápido processo de cristianização do candidato tucano. No Nordeste é um arraso: quem fez oposição a Lula nos últimos quatro anos, desembarca da nau serrista para cuidar da própria sobrevivência política. Nem mais em São Paulo, estado que o elegeu senador, prefeito e governador, Serra voa em céu de brigadeiro. O repúdio não se dirige apenas contra sua melancólica figura, mas ao estilo de governo posto em prática nos oito anos em que o neoliberalismo vigorou no país. Há algo de covarde na recusa de uma comparação retrospectiva, mas também há algo de didático no exame das decisões de um ator político.

Quando se nega a comparar o governo a que pertenceu com a gestão petista, Serra afirma “que não faz política olhando para o retrovisor". Certamente preferia que tudo fosse diferente, mas, no beco sem saída em que se encontra, não é possível acertar o caminho com manobras abruptas. Seu trem em marcha ré colidiria com os desastres da política econômica de FHC, o padrinho a ser ocultado.

Vamos aos fatos: a abertura comercial, promovida pelo consórcio demo-tucano, não trouxe ganhos de competitividade à indústria nacional. Pelo contrário, causou um efeito devastador em setores, como o têxtil, transformando segmentos que produziam localmente em meros importadores de insumos. De acordo com estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), depois de oito anos de economia submetida à concorrência internacional, sem instituição de políticas públicas adequadas, as conseqüências apareceram nos resultados negativos da balança comercial, em menos geração de emprego e renda no Brasil.

Os pesquisadores concluíram que a importação de matérias-primas provocou o esgarçamento dos setores intermediários de produção, aqueles encarregados de produzir os insumos para os fabricantes de produtos finais. A análise dos resultados na década de 1990 demonstrou maior competitividade na produção de commodities e vulnerabilidade das atividades de maior conteúdo tecnológico, aquelas com maior valor agregado e responsáveis pela geração de mais postos de trabalho. Nesse contexto, cabe a pergunta: como Serra teria condições de apresentar sua política industrial, sem renegar totalmente o pensamento do PSDB?

Seguindo os preceitos do Consenso de Washington, a possibilidade de o Brasil tornar-se exportador de produtos básicos, que seriam processados em outros países, e importados posteriormente, era o que se afigurava como horizonte à época. Na indústria química, o crescimento das importações levou à desativação de centros de produção de insumos. Princípios ativos para a produção de medicamentos que, nos anos 80, começaram a ser produzidos aqui, com a abertura desregulada, passaram a ser fornecidos pelos Estados Unidos e por países europeus. Nos tempos ministeriais de Serra, a saúde que interessava era o da indústria farmacêutica internacional. Não lhe peçam, portanto, para apresentar propostas programáticas para o setor. Além das platitudes, o vazio é total.

No campo energético, o desastre não foi menor. A decisão de vender usinas prontas, em plena operação, sem ao menos abrir aos investidores a oportunidade, e o consequente risco, do empreendimento novo, gerou uma situação de insegurança energética, com 70% do mercado de distribuição e boa parte da geração privatizados. Sem agregar energia nova, o governo de FHC pensou em esquartejar Furnas quando o movimento mundial ditava fusões. Não faltavam, ainda, os defensores da venda da Chesf, detentora de grandes reservatórios - alguns de alta importância ecológica e social - antes de se regulamentar o uso múltiplo das águas. O que Serra teria a dizer sobre o descalabro? Por que a doce e ética Marina silencia sobre o tema?

Por que não discutir sobre as consequencias desastrosas da Alca, a Área de Livre Comércio das Américas, programada para se instalar em 2005 e que, fatalmente, nos levaria a novo pacto colonial?

Serra, o “Zé que joga pesado" não pode defender o passado sem deixar de fazer um elogio à rasteira da soberania nacional. Por isso, dele só se pode esperar a pregação golpista, o denuncismo como método. E um genérico de Elba Ramalho em seu programa eleitoral. O ex-presidente da UNE jogou sua biografia no ralo das circunstâncias. Da soma dos fatores a que se submeteu, deixando de fora os nove, sobra rigorosamente nada.



*Gilson Caroni Filho é sociólogo e mestre em ciências políticas. Mora no Rio de Janeiro, onde é professor titular de sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha). É colunista da Carta Maior, colaborador do Jornal do Brasil e do blog "Quem tem medo do Lula?".

A charge é uma cortesia do cartunista Bira Dantas, também colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?".

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

DILMA ABRE 24 PONTOS SOBRE SERRA, SEGUNDO PESQUISA IBOPE QUE SERÁ PUBLICADA AMANHÃ



Na pesquisa nacional do Ibope, aplicada esta semana e que será publicada amanhã pelo jornal O Estado de S. Paulo, Dilma Rousseff abriu 24 pontos percentuais de vantagem sobre José Serra.

Ela subiu oito pontos percentuais nas intenções de voto. Foi para 51%. Serra caiu cinco pontos percentuais - de 32% para 27%. Marina Silva oscilou de 8% para 7%.

Todos os adversários de Dilma somam 34% de intenção de voto. Ela tem 17 pontos percentuais a mais do que eles. Se a eleição fosse hoje, ganharia no primeiro turno.

Dilma abre vantagem e já lidera em São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná



Pesquisa do Datafolha divulgada hoje mostra uma ampliação da vantagem de Dilma Rousseff e uma consolidação do cenário de uma vitória já no primeiro turno. Em relação ao levantamento do último dia 20, a candidata abriu 20 pontos percentuais de frente e passou de 47% para 49% das intenções de voto. José Serra (PSDB) caiu de 30% para 29%, e Marina Silva (PV) ficou estável em 9%.

Contando os votos válidos, Dilma tem 55% e venceria a eleição no dia 3 de outubro. Os eleitores que ainda não sabem em quem votar ou não responderam permanecem em 8%, e os votos brancos e nulos, em 4%. Encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo, a pesquisa tem margem de erro dois 2 pontos percentuais e foi feita nos dias 23 e 24, com 10.948 entrevistas em todo o país.

Liderança em SP e RS

Uma das grandes novidades foi a virada de Dilma em redutos eleitorais da oposição, como os estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. "Em São Paulo, Estado governado por Serra até abril e por tucanos há 16 anos, Dilma saiu de 34% na semana passada e está com 41% agora. O ex-governador caiu de 41% para 36%. Na capital paulista, governada por Gilberto Kassab (DEM), aliado de Serra, ela tem 41% e ele, 35%", diz reportagem da Folha de S. Paulo.

As constantes visitas aos gaúchos também renderam bons resultados a Dilma. Enquanto ela subiu de 35% para 43% no Rio Grande do Sul, o tucano José Serra caiu de 43% para 39%. "Quando se observam regiões do país, a candidata do PT lidera em todas, inclusive no Sul. Na semana passada, ela estava tecnicamente empatada com Serra, mas numericamente atrás: tinha 38% contra 40% do tucano", afirma a Folha de S. Paulo.

Rejeição aos tucanos

O cenário para um eventual segundo turno é de uma vantagem cada vez mais folgada de Dilma, de 19 pontos percentuais. Segundo o Datafolha, a candidata passou de 53% para 55%. Na contramão, Serra baixou de 39% para 36%.

Também positivo é o resultado na pesquisa espontânea. "Quando os eleitores não escolhem os nomes de uma lista de candidatos, Dilma foi a 35% contra 18% de Serra. No levantamento anterior, os percentuais eram 31% e 17%, respectivamente", afirma a Folha de S. Paulo.

Outro dado que mostra a consolidação da tendência favorável a Dilma é a taxa de rejeição do candidato do PSDB. Se a candidata é rejeitada por 19% dos eleitores, Serra tem 29%, acima dos 27% medidos na semana passada.

A pesquisa está registrada no TSE sob o número 25.473/2010.

Fonte: Agência Brasil



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

PAULO HENRIQUE AMORIM: “A GLOBO NÃO GANHA ELEIÇÃO. ELA CRIA CRISES. DESTRÓI REPUTAÇÃO”.

Durante o I Encontro de Blogueiros Progressistas, ocorrido em São Paulo, nos dias 20, 21 e 22 de agosto, o jornalista Paulo Henrique Amorim, do ConversaAfiada, respondendo à reportagem da TVT – TV do Trabalhador, explica didática e singelamente o que é PIG – Partido da Imprensa Golpista. Falando sobre a importância do encontro dos blogueiros, da revolução da internet e das redes sociais, PHA sublinha que “a Globo não ganha eleição. Se a Globo ganhasse eleição o Brizola não teria sido governador do Rio de Janeiro; o Lula não teria sido eleito duas vezes. A Globo cria crises; a Globo destrói reputações.” Vejam o vídeo.

MUNDO DEVERIA APRENDER COM O BRASIL E EVITAR CRISE DE ALIMENTOS, DIZ "THE ECONOMIST"

A revista britânica The Economist traz em sua edição desta semana um editorial e um longo artigo sobre a agricultura no Brasil onde enumera os avanços feitos no cultivo de alimentos no país nas últimas décadas e diz que o mundo “deveria aprender com o Brasil” maneiras de evitar uma crise de alimentos.

Citando dados da FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura) que apontam que a produção mundial de grãos terá que crescer 50% e a de carne terá que dobrar para suprir a demanda até 2050, a publicação afirma que o Brasil tem características que o tornam um produtor de alimentos de grande relevância nos próximos 40 anos.

Segundo a revista, mais impressionante que o fato de o país ter se tornado nas últimas décadas “o primeiro gigante tropical de agricultura”, ameaçando inclusive os maiores exportadores de alimentos do mundo, é a “maneira” como Brasil o fez.

“Estimulado em parte pelo medo de que não poderia importar suficientes alimentos (nos anos 1970), (o Brasil) decidiu expandir sua produção doméstica por meio de pesquisa científica, não subsídios. No lugar de proteger os fazendeiros da competição internacional – como a maior parte do mundo ainda faz – ele abriu seu mercado e deixou os fazendeiros ineficientes irem à falência”, diz a revista.

Alternativa

A Economist afirma que, na contramão das recomendações dos “agropessimistas”, que defendem “pequenas propriedades com práticas orgânicas” e desdenham monoculturas, fertilizantes e alimentos geneticamente modificados, o progresso do Brasil na área foi baseado em grandes propriedades, “apoiado nas pesquisas da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e impulsionado por lavouras geneticamente modificadas”.

“O Brasil é uma alternativa clara à ideia crescente de que, na agricultura, o pequeno e o orgânico são mais bonitos.”

Segundo a revista, as técnicas que tornam a agricultura brasileira “magnificamente produtiva” podem ajudar ainda os países pobres da África e da Ásia.

“Os ingrediente básicos do sucesso do Brasil – pesquisa em agricultura, grandes fazendas, abertura de mercado e novas técnicas de agricultura – podem dar certo em qualquer lugar”, diz a Economist, que afirma ainda que se um sistema parecido for adotado na África, alimentar o mundo em 2050 não será tão difícil como parece ser agora.

BBC Brasil



quarta-feira, 25 de agosto de 2010

SERÁ QUE VOCÊ É MESMO SUBSTITUÍVEL?

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor, nervoso, fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível” .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido: – Alguma pergunta? - Tenho sim. -E Beethoven ? – Como? – encara o gestor confuso. – O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven? Silêncio….. O funcionário fala então: – Ouvi essa história esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal, as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da “máquina” (organização) e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc… Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus erros/ deficiências. Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico. O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos. Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos, não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens, nem mulheres, nem sexo, nem chefes, nem subordinados … apenas peças. Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões ‘foi pra outras moradas’. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: “Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:… . Ninguém … pois nosso Zaca é insubstituível” Portanto nunca esqueça: Você é um talento único… com toda certeza ninguém te substituirá! “Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo…, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.” “No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se a isso, sempre com muito amor e muita paz de espírito…”.


Do Blog: elianeprado.blogspot.com/search/label/MENSAGEM



CNT/Sensus: Dilma tem 17,9 pontos de frente



A candidata da coligação “Para o Brasil seguir mudando” está mais de 17,9 pontos percentuais à frente de Serra, na pesquisa estimulada CNT/Sensus, divulgada nesta terça-feira (24). Dilma tem 46% das intenções de voto, contra apenas 28,1% do candidato tucano.

Em relação à última pesquisa, no início de agosto, Dilma cresceu 4,4 pontos percentuais, enquanto Serra caiu 3,5 pontos. Já na pesquisa espontânea, na qual não são apresentados os nomes dos candidatos aos entrevistados, Dilma tem 37,2% das intenções de voto - o que representa crescimento de 6,8 pontos - e o tucano tem 21,2%.

No caso de segundo turno, a candidata venceria com 52,9%, contra 34% de Serra. Na pesquisa anterior, Dilma estava com 48,3%, contra 36,6% do tucano. Logo, Dilma cresceu 4,6 pontos e seu adversário caiu 2,6 pontos.

Com os números de hoje, o Sensus mostra a tendência de vitória de Dilma no primeiro turno, assim como já projetaram o Datafolha, Vox Populi e Ibope.

Vitória no primeiro turno

O presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Clésio Andrade, afirma que, “mantido esse resultado, a eleição será decidida no primeiro turno”. Para Andrade, esses “bons resultados se devem ao Bolsa Família, a popularidade do presidente Lula e o programa eleitoral [na televisão] de ótima qualidade”.

A pesquisa indica que 56% dos entrevistados que assistiram ao programa acham que Dilma apresentou a melhor propaganda eleitoral. Somente 34,3% dizem o mesmo de Serra.

Oposição rejeitada

O cientista político Ricardo Guedes, do Sensus, aponta que, em 23 anos de existência do instituto de pesquisa, nunca ninguém foi eleito com a rejeição que Serra apresentou nesta pesquisa. “O candidato está com índice de rejeição alto, 40,9%. Perde-se a chance de ganhar a eleição”, diz Guedes. “É a primeira vez que a pesquisa classifica uma eleição definida. Tecnicamente definida, com vitória no primeiro turno”, completa Guedes.

O Instituto Sensus realizou duas mil entrevistas, em 136 municípios brasileiros de 24 estados, nas cinco regiões brasileiras, no período de 20 a 22 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Jornal inglês aposta em “vitória retumbante” de Dilma



Financial Times diz que Serra é confuso e que petista deve ganhar no 1º turno

O jornal inglês Financial Times publicou, na noite da terça-feira (24), em seu site, um artigo em que afirma ser “difícil imaginar um resultado diferente do que um vitória retumbante de Dilma Rousseff na corrida presidencial” no Brasil.

O artigo veio no dia da publicação da última pesquisa CNT/Sensus, que atribui uma possível vitória em primeiro turno da petista, que teria 55,3% das inteções de votos válidos, contra 44,7% dos demais candidatos.

A publicação diz que a campanha de José Serra (PSDB) é confusa e parece ter como objetivo apenas “lembrar suas conquistas como ministro da saúde e como prefeito e governador de São Paulo”.

O texto ainda diz que Serra liderou as primeiras pesquisas eleitorais “simplesmente” por que era mais conhecido, fato que mudou depois de Lula apresentar Dilma como sua escolhida para os eleitores.

José Serra é criticado pela publicação por não deixar claro seu programa de governo e por “ganhar publicidade” acusando Evo Morales, presidente da Bolívia, de ser cúmplice do tráfico de cocaína para o Brasil e o afirmando que o PT é ligado às FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), uma das maiores responsáveis pela produção da mesma droga, mas no país colombiano. José Serra é realmente um irresponsável!

O texto diz que Serra permite que Dilma se posicione como uma “campeã da ortodoxia e responsabilidade fiscal” e que ela deve continuar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “o presidente mais popular na história do Brasil”.

Frase do Lula

"A cabeça tem esse formato para que as idéias circulem"


Luiz Inácio Lula da Silva (Garanhuns, 27 de outubro de 1945), mais conhecido como Lula, é um político e ex-sindicalista brasileiro. Ele é o trigésimo quinto e atual presidente da República Federativa do Brasil, cargo que exerce desde o dia 1º de janeiro de 2003.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

PETRÓLEO & POLÍTICA

MANIPULAÇÃO DA MÍDIA

O magnata dos meios de comunicação, Rupert Murdoch, doa US$ 1 milhão ao Partido Republicano nos EUA: Levantando dúvidas sobre a imparcialidade da emissora Fox News, o magnata Rupert Murdoch, dono da News Corp., empresa matriz da Fox, doou US$ 1 milhão à Associação dos Governadores Republicanos (RGA, na sigla em inglês), informou a BBC. A RGA está usando as doações para eleger os candidatos republicanos nas eleições de novembro deste ano. Segundo o New York Times, a soma cedida por Murdoch é uma das maiores feitas por um meio de comunicação. O Partido Democrata denunciou a contribuição, alegando que "o slogan 'justo e equilibrado' da Fox News se tornou totalmente obsoleto com a doação", disse a United Press International. (Knight Center for Journalism)

Assim, vai-se manipulando a mídia e os conteúdos (distorcidos) oferecidos à população mundial, sobretudo por que o referido magnata controla a geração de notícias em diversas partes do mundo. Assim, as corporações sob comando de Murdoch seguem na sua tarefa de pôr nuvens negras nas verdades sobre as ações de corporações dos países hegemônicos, sob a liderança dos EUA, bem como “tapam” as verdades sobre as atrocidades cometidas nas invasões militares sob comando norte-americano. Não é por acaso que o Pentágono ameaçou o portal independente WiliLeaks, para que este não divulgasse os documentos sobre as ações militares dos EUA e seus aliados. Um doação desta monta por parte do Murdoch, pode ser entendida como investimento. E investimento requer retorno, lucratividade de alguma forma.

REDUÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA

Houve uma redução na dívida do governo para R$ 1,5 trilhão, em julho. O resultado foi em função da retirada do mercado de R$ 19,4 bilhões de títulos públicos. A dívida externa pública caiu 3,8% em junho para R$ 92 bilhões, sendo que R$ 71,7 bilhões são referentes aos títulos e R$ 20,5 bilhões são da dívida contratual. No mês de julho, o pagamento de juros chegou a R$ 12 bilhões e a soma das dívidas interna e externa, ficando em R$ 1,6 trilhão – um recuo de R$ 11 bilhões em relação ao mês anterior. A parcela dos papéis pré-fixados da dívida interna caiu de 35,27% para 34,13% em julho e os corrigidos pela Taxa Selic subiram de 33,57% para 34,24% no mesmo período.
O Sindicato Nacional dos Auditores-fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional) está promovendo, em parceria com o Sindipetro-RJ, o seminário `Pré-sal, Tributação e Marco Regulatório`.

O evento acontece no dia 26 de agosto no auditório da delegacia sindical do Rio de Janeiro (Rua da Quitanda, 30/11º andar) e reunirá especialistas em petróleo e tributação, com o objetivo de esclarecer as implicações políticas, sociais e fiscais da exploração do pré-sal e do novo marco regulatório para o setor.

Confira abaixo a programação completa do seminário:

Seminário: Pré–sal, Tributação e Marco Regulatório (Uma Riqueza que Tem que

Ser de Todos)

9h15 – Credenciamento

10h – Filme da Campanha `O Petróleo Tem que Ser Nosso!`

10h30 – Abertura

10h45 – O Pré-Sal e as Perspectivas da Política Energética no Brasil e no

Mundo (Análise de Conjuntura)

Palestrantes: Raul Tadeu Bergmann – AEPET/RS

Henrique Lager – DIEESE/RJ

Mediador: Francisco Soriano (Sindipetro)

12h – Debate

12h30 – Almoço

14h30 – Tributação no Pré-Sal e a Receita Federal

Palestrantes: Paulo Roberto Ximenes Pedrosa – AFRFB

Roberto Bocaccio Piscitelli – AFRFB

Debatedor: Átila Gomes – AFRFB

Mediador: Dão Real Pereira dos Santos – AFRFB

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

COTAÇÃO DO PETRÓLEO

O preço do barril de petróleo do tipo brent, de referência para a Europa, subia 0,35%, para os US$ 74,52 no início das operações em Londres. Perto da abertura dos mercados acionistas, o brent para entregas em outubro freava o ritmo de alta para US$ 74,3 por barril, enquanto o óleo leve contratado no mercado Nymex (Nova Iorque) somava 0,23%, para os US$ 74,52 na negociação eletrônica. (Dinheiro Digital/Redação)

PETROBRAS ANUNCIA CRESCIMENTO NA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL E NO EXTERIOR

A Agência Petrobrás de Notícia informou que a produção média diária de petróleo e gás natural da Petrobrás - no Brasil e no exterior - registrou, em julho último, 2.580.932 barris de óleo equivalente (boed). Tal resultado, segundo a Petrobrás, significa um aumento de 3,3% em comparação ao mesmo mês de 2009, que registrou uma produção de 2.498.116 boed e foi 0,7%, por sua vez maior do que os 2.563.193 boed, produzidos em junho de 2010. No Brasil, a produção média diária de petróleo e gás atingiu 2.335.861 boed, um aumento de 3,6% em relação aos 2.254.409 boed, extraídos no mesmo mês de 2009 e de 0,9% em relação ao produzido em junho de 2010. A Empresa informou, ainda, que a produção dos campos brasileiros chegou a 2.005.010 barris/dia, sendo 3,4 % superior aos 1.937.587 barris/dia, produzidos em julho de 2009. A produção de gás natural dos campos nacionais registraram 52 milhões 601 mil metros cúbicos diários em julho, mantendo-se nos mesmos níveis em relação ao mês anterior e ao mesmo mês de 2009. No exterior, a Petrobrás alcançou a produção de 245.071 boed por dia em julho, um aumento de 0,6% em relação a julho de 2009. A Empresa sublinha que tal resultado foi em função do início da produção de novos poços nos campos de Akpo e de Agbami, ambos na Nigéria. A produção de gás natural no exterior foi de 16 milhões 47 mil m³, significando um acréscimo de 1,1% em relação a junho de 2010, em função de maior produção na Argentina. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, houve uma redução de 6,7%, em decorrência de menor produção na Argentina, Estados Unidos e Venezuela. (Agência Petrobrás de Notícias/Redação)

domingo, 22 de agosto de 2010

Que Susto!

Serra ao receber a notícia de que sua queda nas pesquisas é vertiginosa, correndo o risco de ser atropelado por Marina Silva:

sábado, 21 de agosto de 2010

Serra, sabe o que é sujo e sujeira?



Sujo é o Rio Tietê que seu governo deixou de limpar por três anos;
E levou sujeira para a toda suja cidade de São Paulo;
Deve ser suja, a sociedade da sua filha com a filha do Daniel Dantas;
Suja foi a compra superfaturada de ambulâncias no seu governo;
Sujeira foi vender a Vale do Rio Doce por preço de banana;
Suja ficou a roupa dos professores que você mandou agredir;
Fazer contrato com a revista mais suja do país e depois distribuir de graça;
A falta de anestésicos nas maternidades é uma grande sujeira;
Sujeira é fechar comportas do rio para não alagar bairros nobres;
E provocar inundações e um mar de sujeira na periferia;
Dizer que são os nordestinos que sujam os rios;
Sujeira é deixar a Globo usar de graça um terreno público do estado;
Só da sua mente suja é capaz de tirar que inventou os genéricos;
É arrumar um vice que só fala coisa suja e ainda do partido mais sujo do país;
Sujeira é achar que filho de pobre pode estudar sem o ProUni;
Maior sujeira é o que você fez com a classe trabalhadora em 1988;
Sujo é ser ex-presidente da UNE e mandar jogar bombas nos estudantes da USP;
Ser sujo é quem ignora pessoas mais humildes;
Sujo é o DEM seu aliado da sua coligação.




Matéria publicada originalmente no blog do colega Celso Jardim em resposta ao candidato tucano que chamou os blogueiros de sujos, assim como seu padrinho FHC chamou os aposentados de vagabundos.
Leia e siga o blog do Jornalista Celso Jardim no link abaixo:
http://blogdocelsojardim.blogspot.com/

Eu ainda vou pegar a Dilma!

ÊXITOS DO GOVERNO LULA REFLETEM NA CANDIDATURA DE DILMA ROUSSEFF



Contrariando as declarações de marqueteiros e cientistas políticos, em apenas três dias de campanha eleitoral no rádio e na TV, o Presidente Lula transferiu parte da sua popularidade para sua candidata à sucessão. Esse fenômeno fez com que Dilma Rousseff se descolasse do candidato tucano, seu principal concorrente.

Dilma foi a 47%, enquanto o tucano em forte descendência, ostenta agora 30%, segundo a última sondagem do Instituto Datafolha, divulgada neste sábado.

Materializado em todas as pesquisas, o êxito do Presidente Lula é tonificado nas dobras desta última sondagem do Datafolha. A diferença entre Dilma e seu opositor tucano saltou para 17 pontos percentuais.

Contabilizando apenas os votos válidos, a candidata de Lula vai a 54%. Significa dizer que, se a eleição fosse hoje, Dilma liquidaria a fatura no primeiro turno.

Abaixo, o semblante do candidato tucano ao saber das pesquisas:

Segundo Datafolha, Dilma disparou e já venceria no primeiro turno

A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, aparece na liderança da corrida presidencial com 17 pontos de diferença para seu principal adversário, José Serra (PSDB), e venceria no primeiro turno se as eleições fossem hoje, segundo pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo neste sábado. Dilma tem 47% das intenções de voto contra 30% do candidato do PSDB, em queda acentuada.


De acordo com o levantamento, a candidata do PV ao Palácio do Planalto, Marina Silva, registra 9%. Os outros candidatos não pontuaram. A margem de erro de é dois pontos percentuais. Os votos brancos e nulos somam 4%. Enquanto 8% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Encomendada pela Folha de S. Paulo, a pesquisa foi realizada no dia 20 de agosto, com 2750 entrevistados em todo País, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 16 de agosto de 2010, sob o número 24460/2010.

Dilma diz que colocará metas para a país universalizar saneamento

Mauá (SP) - A candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT), afirmou neste sábado que terá como missão em seu governo colocar metas para a universalização do saneamento básico no Brasil.

“Eu considero uma das minhas missões colocar metas para o Brasil universalizar o saneamento, a água encanada e o esgoto encanado”, disse pouco antes de realizar comício na cidade de Mauá, região metropolitana de São Paulo, no início da tarde.

Dilma ressaltou que nos oito anos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi possível realizar todas as obras necessárias por causa da “herança de abandono” dos governos anteriores em relação ao saneamento.

“Em 2002, o país investia menos de R$ 300 milhões em projetos de saneamento. E obra de saneamento é muito cara. Uma obra de R$ 200 milhões serve para uma cidade de médio porte e, mesmo assim, não se dá conta de todos os problemas”, destacou.

Para atingir seu objetivo de universalizar o saneamento, Dilma disse que continuará o mesmo processo já usado no governo Lula, de negociar com todas as esferas de governo para elaborar os projetos.

“Quando começamos em 2007 a executar as obras de saneamento e habitação, nós não redigimos os projetos em Brasília e os impusemos. Se tivéssemos feito isso, não teria dado certo. Nós chamamos os prefeitos, governadores e as empresas e aí começaram a surgir projetos de comum acordo”, disse.



Revista Fortune lista empresas que mais cresceram na crise

Na crise econômica que atingiu o mundo e em especial os Estados Unidos nos últimos anos, o panorama para muitas empresas foi extremamente difícil, com estagnação ou mesmo retração em seu desenvolvimento. No entanto, algumas companhias exibiram grande crescimento, e a revista Fortune listou nesta sexta-feira as 100 corporações da América do Norte que mais evoluíram no período.

A líder do ranking é a mineradora de ouro canadense Eldorado Gold, que apresentou um retorno de 119% em ganhos por ação (EPS, em inglês), um aumento de vendas totais de 47% e retorno total de 46%. A única companhia do ramo na América do Norte que adquiriu duas minas na China tem também negócios no Brasil, na Turquia e na Grécia, e "mesmo se o preço do ouro cair drasticamente seguirá lucrando", segundo a publicação.


O segundo lugar ficou com a Green Mountain Coffe Roasters, vendedora de pó de café, que incorporou a Diedrich Coffe e a Tully's, duas populares marcas do segmento. A empresa cresceu 55% em suas vendas, superando a marca de US$ 1 bilhão em produtos. Ainda assim, está distante da líder Starbucks no mercado.




Entre as empresas mais famosas, a Apple é a que figura na melhor colocação, ocupando o 18º posto na lista. A companhia de Steve Jobs teve ganho de 55% por ação, um aumento de 34% nas vendas e um retorno total 27% maior.



sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Canal de Barra do Furado será desbloqueado

Os pescadores de Barra do Furado, em Quissamã, poderão sair ainda hoje para o mar. O Instituto Estadual do Ambiente (INEA) vai retirar ainda hoje a areia que está bloqueando a passagem para o mar. Ela foi trazida pela forte ressaca que atingiu o litoral norte no início da semana.

O mar está bem mais tranquilo do que no início da semana. Mas no Canal das Flechas, entre Campos e Quissamã, os barcos continuam parados. Uma enorme faixa de areia vem sendo formada desde a última terça-feira. A ressaca do mar e o vento forte arrastaram a areia para este local. Com isso os barcos não conseguem atravessar para o mar e os pescadores estão sem trabalhar.

A passagem está totalmente fechada. Alguns pescadores até se arriscam mas o esforço é em vão. Durante a manhã o Instituto Estadual do Ambiente esteve na região para analisar a possibilidade da desobstrução do canal.

Técnicos do INEA explicaram que o tempo instável e o mar agitado dificultava a retirada da areia e ressaltaram que a medida será apenas paleativa. Já os pescadores esperam que o problema seja resolvido de uma vez por todas.

MP do Trabalho vai inspecionar P-33 na próxima semana

Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore

Sex, 20 de Agosto de 2010



 
A Procuradoria do Ministério Público do Trabalho vai fazer uma inspeção na próxima semana, em data a ser definida, na plataforma P-33 da Petrobras. A vistoria foi definida na tarde de ontem (19), na sede do Ministério Público do Trabalho em Cabo Frio, na região dos Lagos, entre o procurador do Trabalho Fabio Iglessia e um grupo de petroleiros o sindicato da categoria no norte fluminense.

Na semana passada, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em decisão inédita, pediu a suspensão cautelar das operações da P-33, que fica no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, norte fluminense, por falta de condições de segurança operacionais e para os trabalhadores.

De acordo com comunicado distribuído pela ANP, no dia 12, "a Petrobras também foi autuada, mas foram garantidos a estatal o direito ao contraditório e à ampla defesa."

Depois da inspeção da Procuradoria do Trabalho será realizada uma nova audiência para dar prosseguimento ao processo que determinou a interdição da plataforma P-33 e a multa aplicada pela ANP e pela Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho do Rio de Janeiro.

De acordo com o coordenador do Departamento de Saúde e Segurança do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), Vitor Carvalho, já está marcada para a próxima terça-feira (24) uma vistoria na P-31 da Petrobras pela Fiscalização Marítima e Portuária do Ministério do Trabalho no Rio de Janeiro para verificar as condições de segurança e trabalho na plataforma.

A interdição da P-33 pela ANP ocorreu após denúncia feita pelo Sindipetro-NF. Segundo o sindicato, a P-33 vinha funcionando há dois anos com tubulações, tanques, válvulas e outras partes estruturais apresentando pontos de corrosão e apresentaram fotos mostrando o desgaste do material.

A Petrobras esclareceu, em nota divulgada no final da tarde, que "desde o dia 13 de agosto, toma as medidas necessárias para cumprir a determinação da ANP para a imediata parada da plataforma P-33, programada para outubro próximo".

O documento diz ainda que as instalações marítimas da Petrobras, que operam em ambiente agressivo, passam periodicamente por paradas para adequar as condições de conservação que degradam naturalmente ao longo do tempo".

A companhia garante que vem adotando várias providências que têm elevado a capacidade de reparos de conservação de suas unidades marítimas. "A Petrobras esclarece e reafirma, como tem feito publicamente, que estas condições de conservação não colocam em risco a segurança de seus trabalhadores, tampouco as operações de suas plataformas."

Fonte: Agência Brasil



quarta-feira, 18 de agosto de 2010

TSE reafirma validade da Lei da Ficha Limpa para eleições deste ano

Decisão deve ser seguida pelos tribunais regionais eleitorais.

Plenário começou a julgar recurso de candidato barrado pela ficha limpa.

A ministra Cármen Lúcia durante sessão do
TSE nesta terça (17) (Foto: Nelson Jr./TSE)


Por cinco votos a dois, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantiveram o entendimento de que a Lei da Ficha Limpa deve ser aplicada nas eleições de outubro. A decisão cria um precedente que deve ser seguido pelos tribunais regionais eleitorais.

Em junho, o TSE já havia afirmado que a norma é aplicada às eleições deste ano, em resposta a uma consulta feita pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO). Mas esta definição tinha apenas o caráter de orientação. A Lei da Ficha Limpa veta a candidatura de políticos condenados em decisões colegiadas.

A decisão foi tomada durante o julgamento de recurso do candidato a deputado estadual pelo Ceará Francisco das Chagas Rodrigues Alves (PSB). Ele teve o registro de candidatura negado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE).

Condenado por compra de votos nas eleições de 2004, quando concorreu a vereador pelo município de Itapipoca (CE), o candidato foi barrado pela Lei da Ficha Limpa. Este é o primeiro recurso de candidato “ficha suja” que chega ao plenário do TSE. Segundo a defesa do candidato, a lei só deveria valer um ano após sua aprovação, de acordo com a Constituição.

Em seu voto, o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, ressaltou que só se poderia justificar o adiamento da validade da lei se isso representasse “rompimento da igualdade entre os partidos” na disputa eleitoral.

“Mantenho-me, pois, fiel à orientação jurisprudencial existente e ainda não revista, reafirmando que as normas que regulamentam a inelegibilidade devem ter aplicação imediata. Nesse caso, as normas se destinam a todas as candidaturas sem fazer distinção entre os candidatos”, afirmou o presidente do TSE.

Vistas


O julgamento do caso do candidato a deputado estadual, porém, não terminou. Um pedido de vistas feito pela ministra Carmém Lúcia adiou pela segunda vez a análise do caso. O primeiro pedido de vistas havia sido feito pelo presidente do tribunal.

O julgamento foi interrompido quando o placar estava empatado em um a um, depois que o relator do caso, ministro Marcelo Ribeiro votou pela liberação do registro do candidato cearense.

“Penso que se aplicar agora a inelegibilidade seria aplicar pena a um fato ocorrido no passado sob a égide de outro ordenamento legal”, afirmou Ribeiro em seu voto.

O ministro Arnaldo Versiani, no entanto, reafirmou a posição do TSE de que as regras da ficha limpa se aplicam a condenações anteriores à sua vigência.










terça-feira, 17 de agosto de 2010

Dr. Aluízio recebe apoio dos eleitores de Casimiro de Abreu e Rio das Ostras



Na quinta-feira, dia 12, o candidato a deputado federal pelo PV, Dr. Aluízio (4343) foi muito bem recebido em Casimiro de Abreu. Pela manhã caminhou pelo Centro da Cidade com o prefeito Antônio Marcos, o presidente da Câmara, vereador João Medeiros, alguns secretários municipais e lideranças.

Dr. Aluízio conversou com moradores, visitou comércios e recebeu apoio de lideranças importantes. “Fomos muito bem recebidos e pude conversar com as pessoas sobre minhas propostas para a região e a importância de votar pela mudança de algumas práticas políticas que atingem os municípios da região”, disse o candidato 4343.

À noite, Dr. Aluízio participou de uma grande reunião em Rio das Ostras, organizada pelos militantes, que contou com a presença de cerca de 500 pessoas. Impressionado com a receptividade do município vizinho à Macaé, o candidato a deputado federal agradeceu a presença de todos, falou da sua projeção política e ao sair do evento foi cercado por diversas pessoas que além de tirar fotos, explicitaram a vontade de participar da campanha.

Em seu pronunciamento, Dr. Aluízio falou da semelhança entre os municípios da região e da necessidade de dar um voto consciente e responsável. “Fico muito feliz em ser recebido com esse carinho por Rio das Ostras, e ao mesmo tempo vejo a minha responsabilidade que tenho de representar essas pessoas na Câmara. Vou trabalhar muito para ser um verdadeiro representante da nossa região e lutar pela melhoria da qualidade de vida de todos nós”, disse o candidato do Partido Verde.

Vox Populi aponta vantagem de 16 pontos de Dilma sobre Serra

Pesquisa mostra petista com 45% das intenções de voto e tucano com 29%.


Margem de erro é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.
Pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça (17) aponta a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com uma vantagem de 16 pontos percentuais sobre o adversário José Serra (PSDB).

De acordo com o levantamento, divulgado pela TV Bandeirantes, Dilma tem 45% das intenções de voto e José Serra, 29%. Marina Silva (PV) aparece com 8%.

Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto. Dentre os entrevistados, 5% declararam voto branco ou nulo e outros 12% se disseram indecisos.

Na pesquisa anterior do instituto, divulgada em 23 de julho, Dilma tinha 41%, Serra aparecia com 33% e Marina tinha os mesmos 8%.

Dilma também está na frente, segundo o instituto, na pesquisa espontânea (em que não é apresentado ao entrevistado o cartão com os nomes dos candidatos), com 32% das indicações. Serra aparece em segundo, com 18% e Marina Silva vem em seguida com 5%. Nesse levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não é candidato, foi citado por 3% dos entrevistados.

A margem de erro do Vox Populi é de 1,8 ponto percentual. O instituto entrevistou 3 mil pessoas em 219 municípios entre os dias 7 e 10 de agosto. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 22.956/10.

Nesta segunda (16), o Ibope indicou 11 pontos percentuais de vantagem para Dilma e, na sexta-feira, o Datafolha mostrou a petista oito pontos à frente.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

IBOPE: DILMA ABRE 11 PONTOS DE VANTAGEM



A candidata da Coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, ampliou a vantagem e poderia ganhar a eleição para presidente da República já no primeiro turno. Segundo pesquisa Ibope divulgada pelo Jornal Nacional, da TV Globo, a candidata tem 51% das intenções de votos válidos.

Na simulação de primeiro turno, Dilma recebeu 43% das intenções de voto e está 11 pontos percentuais à frente do adversário José Serra (PSDB), que tem 32%. Já a candidata Marina Silva (PV) continuou com 8% da preferência do eleitorado.

As intenções de voto em Dilma subiram 4 pontos percentuais em relação à última pesquisa Ibope, divulgada no início de agosto, enquanto José Serra perdeu 2 pontos. Naquele levantamento, Dilma tinha 39% das intenções de voto e Serra, 34%.

Num eventual segundo turno, Dilma venceria a eleição com 48% dos votos dos eleitores contra 37% de Serra. O Ibope ouviu 2.506 pessoas entre os dias 12 e 15 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

RAZÕES PARA VOTAR EM DILMA

1. Fim da miséria – Com Lula, 31 milhões de pessoas entraram para a classe média e 24 milhões saíram da pobreza absoluta. Dilma vai aprofundar esse caminho e acabar com a miséria no país.

2. Mais empregos – O Brasil nunca gerou tantos empregos como agora. Dilma – que coordenou o PAC e o Minha Casa, Minha Vida, programas que levam obras e empregos a todo o país – é a garantia de que o mercado de trabalho vai continuar crescendo para todos.

3. Mais reajustes salariais – Com Lula, o salário mínimo sempre teve reajustes bem acima da inflação e houve aumento da massa salarial em geral. Dilma vai manter e aperfeiçoar essa política que tem ajudado a melhorar a vida de tanta gente.

4. Mais bolsa família – Agora, todos os candidatos falam bem do Bolsa Família, mas o brasileiro sabe: só Dilma garante o fortalecimento desse e de outros programas sociais criados por Lula.

5. Mais educação – Lula criou o ProUni, mais universidades e escolas técnicas do que qualquer outro governo. Dilma vai seguir abrindo as portas da educação para todos. Com ela, não haverá um único município brasileiro, a partir de 40 mil habitantes, que não tenha Escola Técnica.

6. Mais saúde – Lula ampliou o Saúde da Família, criou o Samu 192, as Farmácias Populares e o Brasil Sorridente. Dilma já garantiu: vai criar 500 Unidades de Pronto Atendimento – as UPAs 24 horas. E 8.600 novas Unidades Básicas de Saúde – as UBS.

7. Mais segurança – Lula está fazendo um investimento inédito na segurança, com o Pronasci, que tem, entre suas prioridades, o policiamento comunitário, a inclusão do jovem e a parceria com a sociedade. Dilma vai ampliar essa ação, usando como modelo as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que estão livrando várias comunidades do Rio de Janeiro do domínio do tráfico.

8. Mais combate ao crack – Dilma vai combater essa praga com autoridade, carinho e apoio. Apoio para impedir que mais jovens caiam nessa armadilha fatal. Carinho para cuidar dos que precisam se libertar do vício. E autoridade para combater e derrotar os traficantes, estejam onde estiverem.

9. Mais creches – Dilma quer garantir mais tranquilidade para as famílias que trabalham e não têm onde deixar os filhos. Por isso, já assumiu o compromisso de construir 6 mil creches e pré-escolas em todo o país.

10. Mais moradias populares – Juntos, Lula e Dilma criaram o Minha Casa, Minha Vida, que está realizando o sonho da casa própria de muita gente. Dilma vai ampliar o programa, garantindo mais 2 milhões de moradias populares para quem mais precisa.

11. Mais apoio ao campo – Nossos agricultores nunca tiveram tanto apoio para produzir e crescer na vida. Dilma – que criou o Luz para Todos e beneficiou mais de 11 milhões de brasileiros que vivem no campo – é a certeza de que esse trabalho vai seguir em frente, tanto para o agronegócio como para a agricultura familiar.

12. Mais crédito – Lula criou o crédito consignado e facilitou o acesso da população a várias linhas de crédito. É por aí que Dilma vai seguir para continuar beneficiando toda a população.

13. Mais respeito ao Brasil – Com Lula, o Brasil pagou sua dívida com o FMI e passou a ser um país respeitado em todo o mundo. Dilma quer o Brasil assim: forte, independente e cada vez mais admirado aqui e lá fora.

domingo, 15 de agosto de 2010

A VERDADEIRA FACE DE JOSÉ SERRA

Centrais acusam Serra (PSDB) de impostura e golpe contra trabalhadores

Agência DIAP

Publicado  em 12 de Julho de 2010 12:27

Em manifesto, cinco centrais sindicais reconhecidas pelo Ministério do Trabalho - CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central e CGTB - denunciam o candidato tucano José Serra como inimigo dos trabalhadores e suas organizações. Documento foi divulgado na última quarta-feira (7), em SP

As centrais sindicais lançaram manifesto conjunto, na última quarta-feira (7), em que alertam a população para que não se deixe enganar pelas mentiras veiculadas na rádio e na televisão por José Serra, candidato de Fernando Henrique e do PSDB à Presidência da República, a respeito de pretensas medidas que teria proposto em prol da classe trabalhadora. Serra age como um verdadeiro lobo vestido em pele de cordeiro.

Sob o título "Serra: impostura e golpe contra os trabalhadores", CUT, Força Sindical, CTB, CGTB e Nova Central denunciam que "o candidato José Serra (PSDB) tem se apresentado como um benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive que é o responsável pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e por tirar do papel o Seguro-Desemprego. Não fez nenhuma coisa nem outra. Aliás, tanto no Congresso Nacional quanto no governo sua marca registrada foi atuar contra os trabalhadores". De acordo com as centrais, "a mentira tem perna curta e os fatos desmascaram o tucano".

Falsificando a história

A nota assinada pelos presidentes das centrais - Wagner Gomes, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil; Artur Henrique, da Central Única dos Trabalhadores; Miguel Torres, em exercício, da Força Sindical; Antonio Neto, da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil e José Calixto Ramos, da Nova Central Sindical dos Trabalhadores - ressalta é fundamental que a população seja bem informada a respeito dos fatos para que dimensione o tamanho da falsidade que vem sendo divulgada pelo PSDB.

"A verdade", esclareceram, é que "o seguro-desemprego foi criado pelo decreto presidencial 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do Decreto 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores".

Da mesma forma, "o FAT foi criado pelo Projeto de Lei 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB/RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado".


Reprovado pelo DIAP

Na Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988), o candidato tucano votou reiteradamente contra os trabalhadores, assinala o manifesto: "Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas; não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo; não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário; não votou para garantir 30 dias de aviso prévio; não votou pelo aviso prévio proporcional; não votou pela estabilidade do dirigente sindical; não votou pelo direito de greve; não votou pela licença paternidade; não votou pela nacionalização das reservas minerais".

Por isso, conforme recordam os sindicalistas, José Serra foi reprovado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), que conferiu aos parlamentares uma nota entre zero a dez de acordo com a posição assumida na votação dos temas de interesse da classe trabalhadora, em particular o capítulo sobre direitos sociais.

Serra, que a esta altura já tinha se bandeado para o lado da direita, teve nota 3,75 pelo desempenho na Constituinte. Vale lembrar que no primeiro turno da Constituinte, o atual candidato tucano tirou nota 2,50 e, no segundo turno, por se ausentar em várias votações em que havia votado contra, levou nota 5,0 - o que lhe elevou a média para 3,75.

Homem do capital financeiro

Já em 1994, diante da proposta de Revisão Constitucional, lembram as centrais, "Serra apresentou a proposta 16.643, para permitir a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual sindicato pretendia negociar. Ainda por essa proposta, os sindicatos deixariam de ser das categorias, mas apenas dos seus representados. O objetivo era óbvio: dividir e enfraquecer os trabalhadores e propiciar o lucro fácil das empresas. Os trabalhadores enfrentaram e derrotaram os ataques de Serra contra a sua organização, garantindo a manutenção de seus direitos previstos no artigo 8º da Constituição".

Conforme o manifesto, "é por essas e outras que Serra, enquanto governador de São Paulo, reprimiu a borrachadas e gás lacrimogêneo os professores que estavam reivindicando melhores salários; jogou a tropa de choque contra a manifestação de policiais civis que reivindicavam aumento de salário, o menor salário do Brasil na categoria; arrochou o salário de todos os servidores públicos do Estado de São Paulo".

"As centrais sindicais brasileiras estão unidas em torno de programa de desenvolvimento nacional aprovado na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade do projeto que possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo nos últimos sete anos, a geração de 12 milhões de novos empregos com carteira assinada, que acabou com as privatizações, que descobriu o pré-sal e tirou mais de 30 milhões de brasileiros da rua da amargura", conclui o documento assinado pela CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central e CGTB.

Enfim, Serra é um homem do capital financeiro e, como tal, já se revelou inimigo da classe trabalhadora. Definitivamente não merece a confiança das centrais sindicais.

COMPLEMENTANDO A MATÉRIA, EU, TONINHO LAURINDO, ANEXO A VERDADEIRA FACE DE JOSÉ SERRA.

 

The Economist: Dilma caminha para ser eleita presidente do Brasil

Dilma é apontada pela revista inglesa The Economist, uma das mais respeitadas publicações do mundo, como a favorita para vencer as Eleições 2010. A reportagem, publicada em 12 de agosto, ressalta a vantagem que a ministra apresenta nas pesquisas de intenção de voto.

"Em 05 de agosto, dia do primeiro debate televisionado entre os candidatos, uma pesquisa colocou a senhora Rousseff com 41,6%, uma vantagem de dez pontos sobre o senhor Serra", cita trecho da matéria. A revista diz também que, se as repostas de eleitores que votarão em branco ou ainda não se decidiram sobre o voto fossem excluídas, Dilma poderia ganhar ainda no primeiro turno.

Além de colocar as pesquisas de voto como um dos indicadores da vantagem de Dilma, a The Economist considera ainda, como ponto favorável à candidata, o fato de a ex-ministra ter mais tempo durante o horário eleitoral, que será veiculado a partir de 17 de agosto, nas rádios e nas emissoras de TV.

"Essa vantagem pode acabar sendo decisiva", avalia a revista. A duração da propaganda eleitoral foi determinada em 12/08, pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Dilma Rousseff - Vote 13 para o Brasil não retroagir

O primeiro encontro do Presidente Lula com Dilma


No final de 2002, o recém-eleito presidente Lula chamou a secretária de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff, para uma reunião. Ele a conhecia apenas de nome. Sabia que graças a ela o Rio Grande do Sul conseguira escapar do racionamento de energia imposto ao país pelo governo Fernando Henrique. E o novo Brasil que Lula construiria nos próximos oito anos precisava de energia, de muita energia para voltar a crescer e gerar empregos.

Dilma parecia, portanto, a pessoa certa. Mas quem era, de fato, aquela mulher? O que ela pensava? O que ela sentia? Quais os seus sonhos? Lula fazia essas perguntas a si mesmo, quando Dilma entrou na sala de reuniões, com um laptop debaixo do braço.

“Pois bastou uma única conversa para eu ver que, além de enorme competência técnica, Dilma tinha também uma extraordinária sensibilidade social”, lembra Lula.

Ministra das Minas e Energia, depois ministra-chefe da Casa Civil, Dilma coordenou alguns dos principais programas do governo Lula: Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida, Pré-Sal. E foi assim que a jovem que lutou contra a ditadura para mudar o Brasil ajudou a mudar o Brasil.

A seguir, você vai conhecer a história de Dilma Rousseff, para votar consciente e ajudar a eleger a primeira mulher presidente do Brasil – porque, como bem nos mostrou o presidente Lula, quem conhece Dilma escolhe Dilma.

A Infância de Dilma – A menina que Sabia Dividir

A menina Dilma teve uma infância feliz em Belo Horizonte, onde nasceu no dia 14 de dezembro de 1947, filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da professora Dilma Jane da Silva. Se lhe perguntavam o que queria ser quando crescesse, tinha a resposta na ponta da língua: bailarina, bombeira ou trapezista. E presidente da República? Nem pensar, porque naquela época o Brasil sequer sonhava em escolher uma mulher para a Presidência.

Dilma adorava andar de bicicleta, subir em árvore e ler as reinações de Narizinho, Pedrinho, Emília, Visconde de Sabugosa e dos outros moradores do “Sítio do Picapau Amarelo”, de Monteiro Lobato. Gostava ao mesmo tempo de óperas, às quais assistia na companhia do pai, e do seriado do Flash Gordon, que via nas matinês do cine Pathé.

Estudou no Nossa Senhora de Sion, tradicional colégio para meninas, e frequentou o Minas Tênis Clube, ponto de encontro da elite belorizontina. Mas desde cedo aprendeu que o mundo não era cor de rosa. Um outro mundo, de cores tristes, saltava aos olhos sempre que subia o Morro do Papagaio, uma das maiores e mais pobres favelas da cidade, para fazer trabalho voluntário com colegas e freiras do colégio. Ou quando abria a porta de casa para algum mendigo que implorava por um prato de comida.

Certo dia, bateu à porta um menino tão magro e de olhos tão tristes que ela rasgou ao meio a única nota que tinha. Ficou com metade da cédula e deu a outra metade ao menino. Dilma não sabia que meio dinheiro não valia nada. Mas já sabia dividir.

A Militância - A Luta Pela Democracia

Dilma tinha apenas 14 anos quando o pai morreu. Já havia lido “Germinal”, romance de Emile Zola sobre as sub-humanas condições de vida dos trabalhadores das minas de carvão francesas. Lera também “Humilhados e Ofendidos”, de Dostoiévski, entre os muitos clássicos humanistas que Pedro Rousseff lhe apresentara. O pai ensinara a filha a amar os livros e as pessoas. Agora, ela teria que seguir o aprendizado ao lado dos irmãos, Igor e Zana, e da mãe, dona Dilma, que lutaria com unhas e dentes para manter a família no rumo traçado pelo marido.

Dilma vai fazer o ensino médio no Colégio Estadual Central e, em seguida, a faculdade de economia na Universidade Federal de Minas Gerais, centros de efervescência cultural e política de Belo Horizonte às vésperas do golpe militar de 64. A barra mais pesada viria em 68, quando o AI-5 baixado pelos militares mergulhou o Brasil ainda mais fundo nos porões da repressão.

A adolescência e a juventude são temperadas com literatura, cineclube e discussões políticas nos bares onde o petisco preferido dos rapazes e moças sem dinheiro no bolso é farinha com molho inglês a palito. Dilma e sua geração entram de cabeça na militância política. Com 16 anos ela já está na Polop. Depois na Colina e finalmente na VAR-Palmares -- todas organizações clandestinas, num tempo em que tudo era proibido e que você podia ser preso apenas por escrever num muro a palavra “Liberdade”.

Os trabalhadores eram proibidos de reivindicar melhores condições de trabalho, os estudantes não podiam se organizar, o teatro, o cinema, a literatura e as artes em geral estavam sob forte censura, não existia liberdade de imprensa.

Dilma vê amigos presos, torturados, exilados e assassinados pela repressão. Casa-se com o companheiro de militância Claudio Galeno. Os dois caem na clandestinidade e, para fugir ao cerco da repressão, dividem-se entre diferentes cidades, até que a distância acaba separando o jovem casal.

Pouco depois, ela se apaixona pelo advogado e militante gaúcho Carlos Araújo. Em 1970, é presa e torturada nos porões da Oban e do Dops, em São Paulo. Como jamais participou de qualquer ação armada, a Justiça Militar a condena apenas por “subversão”, com pena de dois anos e um mês de prisão. Seu “crime” foi o mesmo de tantos jovens daqueles anos rebeldes: querer mudar o mundo.

O Recomeço – A Esperança Renasce

Apesar de condenada a dois anos e um mês de prisão, Dilma só seria libertada depois de quase três anos no presídio Tiradentes, na capital paulista. Ao sair, passa uma temporada em Minas, junto da família, curando as dores do corpo e do espírito.

Em 1973, muda-se para Porto Alegre, onde o marido, Carlos Araújo, também capturado pela repressão, cumpre pena de quatro anos. Araújo é libertado e retoma a advocacia; Dilma passa no vestibular e recomeça os estudos, agora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, uma vez que a Universidade Federal de Minas Gerais havia jubilado e anulado os créditos dos alunos envolvidos com organizações de esquerda.

Em 75, começa a trabalhar como estagiária na Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão do governo gaúcho, e no ano seguinte torna-se mãe de Paula Rousseff Araújo -- que em setembro de 2010 lhe dará o primeiro neto.

O desgaste do regime militar faz renascer a esperança na volta da democracia. Dilma engaja-se na campanha pela Anistia, e, junto com o marido, ajuda a fundar o PDT do Rio Grande do Sul. Entre 1980 e 85, trabalha na assessoria da bancada estadual do PDT e exerce intensa militância. Atua decididamente no movimento pelas Diretas Já e na campanha de Carlos Araújo a deputado estadual. Ele é eleito em 82, iniciando o primeiro de seus três mandatos consecutivos.

Em 86, o pedetista Alceu Collares, novo prefeito de Porto Alegre, escolhe Dilma para a Secretaria da Fazenda. É o início de uma trajetória administrativa que mais tarde seria reconhecida por três características principais: determinação, competência e sensibilidade social.

Vida Pública – Vitória Contra o Racionamento

A década de 80 chega ao fim com o Brasil realizando a primeira eleição direta para a Presidência após a ditadura. Dilma, então diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, faz campanha para Leonel Brizola, no primeiro turno, e para Lula, no segundo.

No início dos anos 90, torna-se presidente da Fundação de Economia e Estatística, a mesma FEE onde havia iniciado a vida profissional como estagiária. Em 93, com a eleição de Alceu Collares para o governo do Rio Grande do Sul, assume a Secretaria Estadual de Minas, Energia e Comunicação, iniciando um trabalho que mais à frente seria reconhecido no Brasil inteiro.

Em 94, após 25 anos de relacionamento, separa-se de Carlos Araújo, seu grande amigo até hoje. Em 98, inicia o curso de doutorado em ciências sociais na Unicamp, mas, já envolvida na sucessão estadual gaúcha, não chega a defender tese. Aliados, PDT e PT elegem o petista Olívio Dutra ao governo. Dilma, mais uma vez, ocupa a Secretaria de Minas, Energia e Comunicação. Dois anos depois, com o rompimento da aliança, filia-se ao PT.

Dilma conclui a segunda passagem pelo governo gaúcho no final de 2002. Lula havia sido eleito presidente e, para os gaúchos, não havia dúvidas de que ela deveria ser aproveitada na equipe do novo governo. A torcida era baseada em fatos concretos.

Dilma havia encontrado o setor energético gaúcho em frangalhos. Sem projetos, sem investimentos e sofrendo apagões constantes. Uma situação semelhante à do resto do Brasil. Aliás, já em 1999, Dilma alertara o governo federal sobre o risco de um racionamento no país, mas não foi ouvida.

No Rio Grande do Sul, ela vai à luta. Inicia um programa de obras emergenciais que inclui a implantação de 984 km de linhas de transmissão e a construção de usinas hidrelétricas e termelétricas. Além disso, mobiliza os setores público e privado num grande esforço pela redução do consumo, sem prejudicar a produção nem o bem estar da população.

Com essas e outras medidas, Dilma aumenta em 46% a capacidade do sistema energético gaúcho e faz do Rio Grande do Sul um dos poucos estados brasileiros a não sofrer o racionamento de energia imposto pelo governo FHC entre maio de 2001 e fevereiro de 2002.

Graças a esse trabalho, Lula convida Dilma primeiro para participar da equipe do governo de transição – e, depois de uma única conversa olho no olho, decide que ela será a sua ministra de Minas e Energia.

Lula e Dilma – A Parceria que Mudou o Brasil

Entre todos os ministros do novo governo, Dilma é a que recebe uma das tarefas mais complexas: afastar o risco de outro racionamento de energia, condição fundamental para que Lula coloque em prática seu projeto de desenvolvimento econômico e social do país.

Dilma enfrenta e vence esse desafio. Entre 2003 e 2005, comanda uma profunda reformulação, a começar pela criação de um novo marco regulatório para o setor. Investimentos privados são atraídos para a construção de usinas hidrelétricas, termelétricas e eólicas. A capacidade de geração e transmissão de energia é ampliada, e a ameaça de racionamento fica para trás.

Como se fosse pouco, Dilma ainda preside o Conselho de Administração da Petrobrás, introduz o biodiesel na matriz energética brasileira e cria o programa Luz para Todos, que já levou energia elétrica para mais de 11 milhões de brasileiros e brasileiras que, em pleno século 21, viviam na idade das trevas.

Em 2005, a eficiência de Dilma já é largamente reconhecida dentro e fora do governo. Por isso, ninguém se surpreende quando o presidente a escolhe para ocupar a chefia da Casa Civil e, consequentemente, coordenar o trabalho de todo o Ministério. Consolida-se aí a parceria entre Lula e Dilma, que estabeleceria novos marcos para o crescimento do país.

Dilma assume a coordenação de programas estratégicos como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. Coordena, ainda, a Comissão Interministerial encarregada de definir as regras para a exploração do Pré-Sal e integra a Junta Orçamentária do governo. Também participa ativamente de outros projetos fundamentais, como a definição do modelo de TV digital e a implantação de internet banda larga nas escolas públicas.

À frente da Casa Civil, Dilma tem uma atuação decisiva na transformação do Brasil em um país que cresce e, ao mesmo tempo, distribui renda e combate as desigualdades sociais e regionais. Por esse caminho, mais de 13 milhões de brasileiros e brasileiras conquistam emprego com carteira assinada, 24 milhões deixam para trás a pobreza absoluta e 31 milhões passam para a classe média. Em abril de 2009, Dilma revela corajosamente ao país que vai enfrentar outro grande desafio, desta vez no plano pessoal: um câncer linfático. O tratamento não a afasta de sua rotina diária. Em setembro daquele mesmo ano, os médicos anunciam: "Dilma Rousseff encontra-se livre de qualquer evidência de linfoma, com estado geral de saúde excelente”.

No final de março deste ano, Dilma e Lula lançam o PAC 2, que amplia as metas da primeira versão do programa e incorpora uma série de ações inéditas, a maioria delas destinada ao combate dos principais problemas das grandes e médias cidades. No dia 3 de abril, Dilma desincompatibiliza-se do governo e inicia uma nova etapa de sua caminhada em favor de um Brasil cada vez melhor para todos e todas.

E no dia 3 de outubro de 2010, é a vez de você ajudar a escrever um novo capítulo para esta história, elegendo Dilma a primeira mulher presidente do Brasil. Uma mulher para quem “qualquer política pública só vale a pena, se mudar a vida das pessoas”. Afinal, desde menina, Dilma sabe a importância de repartir.

Seu voto é a garantia para que o Brasil continue crescendo e a qualidade de vida dos brasileiros melhore cada vez mais. Dilma tem compromisso com a execução de políticas públicas que resgate a dignidade de todos os brasileiros e brasileiras.