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sábado, 19 de março de 2011

BG quer ser operadora em blocos no Brasil

A BG tem a intenção de se tornar operadora de áreas para exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. Para isso, a intenção da companhia britânica é participar da 11ª Rodada de Licitações promovida pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A companhia atualmente atua em conjunto com a Petrobras, a Galp e a Repsol e está presente em três blocos de exploração.

"A BG gostaria de se tornar um operador no Brasil, sim", afirmou o presidente da BG Brasil, Nelson Silva. Ele disse que, para entrar em uma nova rodada, normalmente a empresa tende a formar consórcios para participar da concorrência. Essa possibilidade de participar da próxima rodada poderá fazer com que a BG amplie os investimentos de US$ 30 bilhões no Brasil, anunciado esta semana para os próximos dez anos.

"Aumentar através da nossa participação em uma nova rodada de licitação. É isso que mudaria realmente esse número (de US$ 30 bilhões) bastante significativamente", disse após participar de um almoço-palestra promovido pela Câmara Britânica, no Rio de Janeiro. Ele lembrou que a ANP já sinalizou que a próxima rodada de licitações deve excluir áreas do pré-sal, por basear-se em contratos de concessão, o que abre espaço que a companhia possa atuar como operadora.

A britânica já havia divulgado, no ano passado, que as áreas exploratórias de Cernambi e Lula, na Bacia de Santos, devem ultrapassar os 10 bilhões de barris em recursos recuperáveis, acima do que a Petrobras, que é operadora, havia divulgado. O presidente explicou que a diferença de estimativas é somente quanto ao momento em que foi divulgado.

"A diferença é por timing. Um número foi anunciado em novembro, o outro foi anunciado há cinco anos. E o número mais recente tem mais informações, mas parte de um mesmo banco de dados", disse.

Fonte: O Globo

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