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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Estudo internacional sobre a prática de Coaching


Pesquisa encomendada pela International Coach Federation (ICF) e realizada em 20 países pela Unidade de Pesquisa Internacional da Pricewather House Coopers (PwC), uma das maiores auditorias do mundo, revelou a importância da credencial para o profissional de coaching.

De acordo com dados do estudo, que obteve 15.000 respostas no mundo sendo 750 delas do Brasil, só na América Latina 91% dos entrevistados considera importante que o coach seja credenciado por uma associação confiável de coaching.

Ed Modell, presidente da International Coach Federation (ICF), afirma que a cada ano a profissão vem se consolidando no mundo e, por isso, é importante buscar a credencial para oferecer coaching de excelência. A pesquisa demonstra ainda que o nível global de satisfação com o serviço é de 83%, mas se apontados somente os coaches credenciados sobe para 92%. Desse percentual, 55% deram a nota máxima em termos de satisfação. O mesmo ocorre quando o assunto se refere a probabilidade de recomendar coaching a outras pessoas: 31% indicariam o serviço, mas se observarmos os dados referentes aos clientes de coaches credenciados percebemos um aumento para 45%.

A pesquisa revela ainda o nível de entendimento das pessoas com relação ao coaching. A média global mostra que mais da metade da população amostral tem conhecimento sobre a atividade. No Brasil este índice cai para 42%. Observando somente os dados referentes a América Latina, esse volume aumenta para 62%, maior percentual registrado dentre os continentes pesquisados. Dos que tem conhecimento da atividade, 71% já receberam coaching, comparados a 26% da média mundial.

No Brasil, o levantamento revela que, dentre os que ainda não participarão de um processo de coaching, 59% considerariam contratar um profissional. Com relação aos entrevistados que já recebem coaching, 54% dos brasileiros afirmam que seu coach tem uma certificação. Segundo José Augusto, presidente da ICF Brasil, ainda há no mercado profissionais que praticam coaching, mas que não tem especialização para exercer a função.

"No Brasil a atividade ainda não é regulamentada, por isso, muitos não buscam uma associação confiável de coaching para se especializar. Porém, esse mercado movimenta mais de R$ 20 milhões por ano, ou seja, a busca pelo serviço vem crescendo e é importante atender as competências necessárias para a realização da mesma. Sem isso, a imagem do profissional pode até ser prejudicada", alerta ele.

FONTE: Contextual Comunicação Integrada



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